No entendimento das gerações

Publicado por Sérgio Leitão em Conselhos, Curiosidade, Liderança, Relacionamento

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Não raro, adolescentes e jovens são definidos como egoístas, irresponsáveis, irracionais e facilmente irritáveis. Não raro, também, ouvimos e vemos o conflito de gerações em famílias, igrejas e nos mais variados grupos.

A Bíblia nos diz que os jovens tendem a guiar as suas vidas pelos caminhos dos seus próprios corações ou pela vista dos seus olhos (Ec 11.9), têm dificuldade em se concentrar (At 20.9), não são moderados (Tito 2.6), são insubmissos e soberbos (1 Pd 5.5), têm pouco conhecimento e bom senso (Pv 1.4), mas são curiosos (Mt 19.16), fortes (Pv 20.29), têm visões (Jl 2.28), têm a Palavra e venceram o maligno (1 Jo 2.13-14).

Ser um líder adulto de jovens e adolescentes onde o primeiro escalão hierárquico é composto por adultos não é tarefa simples, tampouco fácil. É preciso lembrar que um dia fomos jovens e questionadores. Talvez a minha facilidade seja não ter me deixado “crescer” muito e ainda ser questionador.

Hoje, com meu cérebro já desenvolvido fisicamente, deixei as coisas de menino e já não falo como menino, não sinto como menino e não penso como menino, mas faço questão de manter viva a chama que arde em todos os reformadores, em todos os que não gostam da situação atual das coisas e buscam transformar todos os lugares por onde passam (Mt 5:14).

Em nosso contexto globalizado, com rápido avanço da tecnologia, da criminalidade, principalmente na juventude e a crise de postura de muitos cristãos, se ficarmos limitados ao ensino teórico e com formato similar ao que tem sido utilizado durante séculos, a distância entre o Reino de Deus, onde as coisas acontecem, e um dos alvos desse Reino, os jovens perdidos, só aumentaria.

Como disse o missionário E. Stanley Jones: “Os valores que a igreja está guardando não são sem valor e também não são irrelevantes. Eles são os valores mais preciosos da sociedade humana atual e em qualquer época. Esses valores podem ser cobertos por formas irrelevantes e linguagem arcaica; mas despidos dessa linguagem e formas irrelevantes, eles são a posse mais relevante, preciosa e valorosa que já foi concedida à raça humana”.

Se o cantor William, do grupo musical Black Eyed Peas, conseguiu unir 20.000 fãs para apresentar uma coreografia em uma de suas músicas em um show em Chicago, imagine o que o povo de Deus poderia fazer se as suas lideranças estivessem mais abertas às novas gerações e todo o seu potencial.

Para que isso aconteça, os mais velhos precisam dar mais crédito aos mais jovens, dando oportunidades, ouvindo suas idéias, planos, projetos e visões, reconhecendo seus dons e recursos disponíveis, equipando-os, delegando tarefas e andando junto com eles. Mais que tudo, os mais velhos precisam demonstrar, através do exemplo, como deve ser um seguidor de Cristo em um contexto moderno.

Da mesma forma, os mais novos precisam reconhecer o valor da experiência dos mais velhos e que nem tudo o que eles decidem e fazem é ruim ou chato, mas muitas vezes, apenas influenciados por uma cultura eclesiástica de dois milênios de história, com pouco uso de tecnologia e pouca variação de forma e de linguagem.  E acima de tudo, precisam lembrar que os líderes são escolhidos por Deus (Rm 13) e que fizeram muitos sacrifícios e abnegações para chegar onde estão.

Os jovens precisam ter a consciência da necessidade de tempo e experiência para crescer, da necessidade de construir relacionamentos de respeito e honra, da necessidade de desenvolver a sabedoria que será somada aos conhecimentos já adquiridos e da necessidade de edificar a si mesmo sobre a Rocha para que todos percebam sua segurança e depositem neles a sua confiança.

Uma das tarefas mais difíceis para o líder é equilibrar o medo das conseqüências da imaturidade e a responsabilidade em permitir o desenvolvimento de novas lideranças. O medo dos jovens errarem e comprometerem algo importante não pode impedir o líder de apoiar pessoas jovens com capacidade de crescimento. Assim como a responsabilidade em gerar nova liderança não pode dar lugar à negligência. O líder precisa conhecer a individualidade de cada cooperador o melhor possível para auxiliá-lo e dar crédito a ele com baixa ou nenhuma perda na qualidade.

Outro fator importante é identificar o quanto de tempo e recursos todos tem gasto com estruturas humanas e o quanto tem sido investido no Reino de Deus. Muitos líderes se sobrecarregam para suprir as necessidades das estruturas, enquanto deveriam viver mais livres para servir de exemplos do amor de Cristo.

Esses líderes, sobrecarregados, demonstram aos mais jovens que, se forem dedicados ao serviço à estrutura, crescerão na mesma, serão reconhecidos, terão privilégios e uma boa parte na distribuição dos benefícios. De fato o que deveriam demonstrar é que são líderes porque são servos amorosos de pessoas que tem a mesma atitude e o mesmo sentimento humilde de Cristo Jesus (Fp 2.5-11).

Os mais jovens que vêem sua liderança servindo à estrutura, mas resistente a mostrar humildade quando precisa servir pessoas tendem a não segurar seu ímpeto de ser notados e reconhecidos. Conseqüentemente, acabam se envolvendo excessivamente em atividades eclesiásticas com foco no próprio crescimento e benefício, não na sacrificial humildade de Cristo, em benefício do próximo.

Assim como Jesus veio para os pequenos, nossos líderes precisam dar atenção às novas gerações e crescer com elas. Assim como Jesus nasceu humilde e cresceu em estatura e graça, nossos jovens precisam dar ouvidos aos mais velhos para que também cresçam em estatura e graça. Assim como Jesus se esvaziou e assumiu forma de servo, que todos nós possamos imitá-lo para combater o bom combate e transformar nosso mundo tecnológico globalizado em um mundo com menor criminalidade e cristãos mais fiéis ao seu chamado.

É com essa mente e esse coração que todos nós precisamos crescer, meditando e aplicando a Palavra, para se conhecer a sabedoria e a instrução, para se entender as palavras de prudência, para receber a instrução do entendimento, a justiça, o juízo e a equidade, para dar aos simples, prudência, e aos moços, conhecimento e bom senso (Pv 1. 2-4).

O choque entre as gerações será menor se a Palavra for usada com sabedoria e sincera submissão por todos. Talvez os jovens tenham espaço e, com suas visões, transformem a nossa realidade em algo novo, à imagem e semelhança de Cristo. Talvez os mais velhos aprendam a gostar da mudança e aprendam, também, a equilibrar as pérolas do conhecimento dos anos passados com os diamantes brutos das novas descobertas do presente.

Que o Senhor nos ajude a todos. Enfim, o anjo que estava no sepulcro vazio de Jesus era jovem (Mc 16.5) e o reino dos céus pertence aos meninos (Mt 19.14).

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Fonte: Texto de Marcelo Magalhães, publicado no site www.institutojetro.com.br.

José, um pai revestido de caráter

Publicado por Sérgio Leitão em Família, Pais e Filhos, Princípios Bíblicos, Relacionamento

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Todos sabemos que os pais exercem ou podem exercer alguma influência na formação do caráter dos seus filhos. Alguns traços de personalidade e até algumas tendências podem sim ser oriundos de herança genética. Entretanto, a relevância da herança adquirida na formação do ser humano tem sido cada vez mais destacada.

Esta herança é aquela que, apesar de não transmitida geneticamente, transmite-se através do convívio, de fatos observados, dos exemplos absorvidos. Muitas pessoas já puderam comprovar a força desta influência em suas próprias histórias de vida.

Nós, cristãos, cremos que Jesus é o Filho de Deus, concebido pelo Espírito Santo. No mundo natural, seu pai era José. Talvez nem mesmo o próprio José pôde, naquele momento, compreender a plenitude da sua responsabilidade. Talvez ele pensasse que sua tarefa, como pai terreno de Jesus, fosse a de educar o menino nos caminhos do Senhor, exercer influência positiva sobre ele, e contribuir para a concretização dos planos de Deus. Talvez José desejasse transmitir o que tinha de melhor: seu caráter, seu amor a Deus e seu ofício.

Jesus, o Messias, cresceu em graça e conhecimento diante de todos. Foi o nosso exemplo supremo de renúncia aos direitos que tinha, em favor da humanidade perdida. Mas, teria José realmente dado algum exemplo de renúncia para Jesus? Qual era o caráter deste homem? Que tipo de influência o Messias teria recebido de seu pai terreno? O que Jesus pôde observar ou saber sobre José?

Não podemos comprovar biblicamente até que ponto ocorreu a influência paternal terrena sobre Jesus. Não sabemos nem exatamente até que idade Jesus teve José por perto. Mas podemos verificar que José tinha caráter. E o caráter de homens como este costuma não morrer facilmente: continua vivo na vida das pessoas que foram impregnadas por ele.

Tente visualizar. De repente, o inesperado aconteceu para um homem cheio de amor por sua noiva. Este homem simples, chamado José, vivia agora um grande conflito interior. Ele sabia que o filho que estava sendo gerado no ventre dela não era seu, pois não havia tocado nela.

Quantos pensamentos devem ter passado pela cabeça de José… desapontamento, insegurança, dúvidas. Quanto tempo dependido… quanto investimento na relação… compromissos assumidos em função da iminência do casamento… tudo seria perdido. Sem contar na vergonha pública pela qual passaria perante a sociedade da época.

José precisava tomar uma decisão. Certamente não poderia continuar com ela. Segundo as leis mosaicas em vigor, ele tinha o direito de levá-la ao apedrejamento.

Talvez esta história já não tenha mais tanto impacto sobre sua mente, pois você já conhece o final. Mas imagine a situação: o anjo ainda não apareceu a José, e ele ainda não sabe nada sobre a revelação messiânica! É a mente de um homem comum, que se sente traído pela pessoa que ele mais amava – sua noiva.

Até então é uma situação humana. Os sentimentos vão aflorando, a racionalidade ganhando força e a decepção aumentando. Ele precisa tomar uma postura firme. Quem sabe levar Maria ao apedrejamento, o que seria “justo” – de acordo com a Lei.

Mas este homem era mais justo diante do Senhor do que aquilo que seria considerado “justo”. Ele tinha caráter. Eis sua decisão: “Como José, esposo de Maria, era homem justo, e não a queria infamar, intentou deixá-la secretamente.” (Mt 1.19.)

José, no ápice de seu sofrimento, escolheu silenciar. Escolheu abrir mão dos seus direitos e não levar sua quase ex-noiva à morte. Ele escolheu não abrir a boca.

Depois disso Deus se mostrou, e revelou os seus planos para Maria e José. O final da história, você já conhece!

Como disse anteriormente, não podemos comprovar a influência do caráter de José em Jesus. Não sabemos se, anos mais tarde, José e Maria puderam contar esta história para Jesus. Não temos certeza se Jesus carregou desde adolescente um orgulho sadio por ter um “pai” justo, que fez a escolha que fez.

Mas sabemos que a justiça e o temor a Deus de José eram oriundos da mesma fonte que revestiu Jesus de sabedoria e santidade. Podemos ler na Palavra várias passagens nas quais Jesus silenciou. Vários episódios nos quais ele não abriu a boca e abriu mão de seus direitos. Veja estas tremendas declarações de Isaías e Pedro: “Ele foi oprimido e humilhado, mas não abriu a boca; como cordeiro foi levado ao matadouro; e, como ovelha muda perante os seus tosquiadores, ele não abriu a boca.” (Is 53.7); “Quando foi injuriado, não injuriava, e quando padecia, não ameaçava. Antes, entregava-se àquele que julga justamente.” (1Pe 3.23.)

Ser exemplo de caráter, amar a Deus acima de todas as coisas e abrir mão de seus direitos foram algumas virtudes de José, pai terreno de Jesus. Quando lemos textos como os mencionados acima, podemos ver – guardadas as devidas proporções – o mesmo tipo de atitude em Jesus.

Por citações bíblicas tão breves como a deste episódio, podemos acreditar que José cumpriu fielmente o seu papel de pai na formação do caráter de Jesus. Sim, nós sabemos que Jesus é o Filho de Deus (portanto, o próprio Deus como Pai transmitiu o seu caráter a seu Filho), mas isso de maneira alguma desmerece o importante papel humano de José na história.

Que o Senhor forje mais homens e mulheres de Deus com o mesmo caráter deste “pai”, homem justo diante de Deus.

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Texto de Helder Assis da Silva, membro da Igreja Evangélica Capela do Calvário, em São Vicente (SP), e integrante do Ministério de Louvor e Adoração “Sacrifício Vivo” – www.sacrificiovivo.com.

Agrade a Deus em primeiro lugar, e não aos homens

Publicado por Sérgio Leitão em Liderança

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Um sinal certo de insegurança pessoal é o desejo de que todos gostem de você. Paz a qualquer preço. Permanecer neutro para não ofender ninguém. Paulo aprendera a resistir a essa armadilha: “não para que agrademos a homens, e sim a Deus, que prova o nosso coração”. [...] Paulo compreendeu os perigos envolvidos em dizer às pessoas o que elas queriam ouvir, em vez de declarar o que elas necessitavam ouvir (Charles R. Swindoll).

Por que nasce este blog?

Publicado por Sérgio Leitão em Família, Liderança, Princípios Bíblicos, Relacionamento

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Muitos conceitos contemporâneos confusos estão contribuindo para a desintegração do casamento e da vida familiar. A finalidade e o propósito de um lar feliz foram postos de lado.

Muitos observam esperançosos aqueles casais que encontraram o caminho de uma vida conjugal sólida e harmoniosa. Deus, que planejou o casamento tendo em vista o companheirismo e uma vida com propósito, deu também muitas instruções e exemplos na Bíblia quanto aos meios de alcançar tal objetivo. À medida que nos aprofundarmos em nosso estudo de um casamento feliz, iremos nos alicerçar nesses princípios.

O Antigo Testamento em suas páginas faz uma alusão ao plano de Deus para o casamento iniciando no capítulo 2, versículo 24 do livro de Gênesis. Em Deuteronômio enfatiza a instrução paterna. Josué descreve o patriarca piedoso que levou a família a seguir a Deus, ao passo que Juízes relata a luxúria egoísta e desenfreada de Sansão. Rute registra uma linda história de amor romântico e um casamento piedoso. Nos livros de Samuel, Reis e Crônicas, a história de Israel mostra a influência do lar sobre os reis. Esdras, Neemias e Ester, a semente mais santa foi preservada por meio da unidade familiar. Jó revela o ataque de Satanás por intermédio da morte, da enfermidade, da pobreza e de disputas internas. Os Salmos contêm promessas para o lar. Provérbios e Eclesiastes estão cheios de máximas sobre a família e sobre relacionamento interpessoais. Cantares é um relato explícito do amor santo e exclusivo entre um homem e uma mulher. Os livros proféticos aludem à violação aberta dos princípios piedosos dentro das famílias.

No Novo Testamento, os evangelhos sinóticos apresentam os ensinos de Jesus relativos à família e João registra seu primeiro milagre no casamento em Caná. O livro de Atos menciona o lar e a sinagoga como locais de adoração. Também as Epístolas estão cheias de ensinamentos relativos à família. Até mesmo o Apocalipse traz sua mensagem para o lar.

No mais íntimo de cada ser humano existe o conhecimento básico do que é certo ou errado. Deus, porém, é o único que pode conceder-nos percepção quanto ao nosso comportamento, e poder (mediante a redenção em Jesus Cristo) para fazer aquilo que sabemos que devemos fazer. O inter-relacionamento com Deus e as mudanças de atitude são assuntos profundamente pessoais. Muitas opções que implicam em transformação completa de vida, são feitas a sós com Deus.

Nosso Legado é um blog que pode ser usado como orientação a família, a fim de despertar nelas a compreensão do significado do casamento e ajudá-las a estabelecer ideais e alvos em direção aos quais possam avançar em direção às gerações futuras.

Este instrumento interativo nasceu pelo fato de entendermos que o lar centrado em Cristo representa um potencial ilimitado para estudar a Bíblia, aprender por meio de lições objetivas estabelecidas na estrutura do lar e para “falar de Deus” ao mundo mediante o testemunho de vida e a interação entre os membros da família. É essencial que os filhos vejam nos pais a vivência de princípios que conduzem ao processo de santificação.

Os intensivos ventos de doutrinas sopram com ímpeto sobre nós, fazendo o cristianismo se desviar da fé bíblia como nunca antes. Esse desvio constitui um dos maiores desafios à igreja cristã e ocorre não apenas do lado de fora, mas também dentro de nós. Portanto, não é de admirar que os cristãos de hoje estejam terrivelmente confusos, tanto indivíduos quanto instituições. Há pessoas que enxergam isso com clareza. Outras negam a realidade e pioram a situação, caminhando precipitadamente na direção errada, mesmo que as intenções sejam boas.

No meio dessa balbúrdia, os que têm voz profética são vistos como arrogantes, ao passo que as vozes pragmáticas são consideradas realistas. O propósito dos textos a seguir, aqui publicados, não é para fazer alarde, mas, num nível mais modesto, dar testemunho do que temos procurado viver, até aqui com a ajuda de Deus, nos 36 anos de nosso relacionamento (namoro, noivado e 27 anos de casamento), durante os quais procuramos seguir Jesus Cristo na esperança de transmitir um legado aos nossos três filhos e às gerações futuras.

Se esse blog de natureza pessoal expressar e confirmar quaisquer inquietações que você também sinta, ele já terá valido a pena.

“Construir” filhos e filhas

Publicado por Sérgio Leitão em Família, Liderança, Pais e Filhos

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Os filhos são bênçãos de Deus (Salmo 128.3). O Salmo 128 costuma ser chamado de “Salmo do Construtor”, porque para o israelita, o lar era uma oportunidade de realizar a tarefa sagrada de “construir” filhos e filhas. Esse conceito retrata com clareza o que o Criador tinha em mente, pois os pais devem empenhar-se em “construir” os filhos – exibindo diante deles os fundamentos da fé por meio de uma vida cristã genuína,honrando a Jesus, alimentando-os e envolvendo-os com oração, refinando-os com o ensino da palavra de Deus. Assim, se bem “construídos” no Senhor, esses filhos também se tornaram construtores de filhos e filhas, espalhando a semente santa às gerações.

Um líder precisa suprir as necessidades do grupo

Publicado por Sérgio Leitão em Liderança, Relacionamento

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Jesus, o líder, confundiu nossos pensamentos quando se tornou Jesus, o servo. Por que o Rei dos reis poria uma toalha na cintura para lavar os pés alheios? Os pés estavam sujos e ninguém se dispusera a lavá-los. Havia uma necessidade, mas ninguém quis satisfazê-la. Quando a idéia “não é minha responsabilidade” penetra numa equipe, esta fica prejudicada. Jesus teve de enfatizar de que tipo de reino os discípulos faziam parte e o que seria necessário para que seguissem seus passos. (C. Gene Wilkes em O último degrau da liderança)