Esvazie a lixeira!

Publicado por Sérgio Leitão em Curiosidade, Família, Liderança, Pais e Filhos, Relacionamento

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Bebês são o maior barato. Com eles, visitamos os extremos da vida: num momento você pira, logo depois morre de rir. Minha filha adrenalizada acaba de guardar os 5 controles remotos no cesto de roupa-suja na lavanderia. Pior é que ainda descobrimos 3 mamões-papaya na caixa plástica dos brinquedos e 4 havaianas dentro do balde na área de serviço. De onde esta maluquinha tirou a idéia de guardar tudo que é avulso em qualquer recipiente ao seu alcance? (Temo um dia pescar meu I-Phone no vaso sanitário!) E por que são assim? Sei lá! Bebês são o maior barato.

Outra coisa que me encanta – e espanta – é a absurda maturidade que eles têm para não guardar ressentimentos. Esquecem qualquer coisa com a mesma facilidade com que desviam a atenção pro outro lado. Nesta fase, de 12 a 15 meses, os especialistas em desenvolvimento infantil definem: “se não dá pra ver, não existe!” Isto é, só o que está ao alcance do olhar faz parte da sua vida – já que a memória é incrivelmente volátil retendo poucos segundos do que acabou de ocorrer. Por isso, as crianças nos obrigam reverenciá-los por privilégios assim. Um firme “não pode!” é imediatamente deletado do coração com um simples canudinho entregue nas mãos (minha filha é a maior fissurada por canudos no mundo!).

E nós? Com o cérebro mais desenvolvido, nosso HD de quase 80 tera-anos  guarda um montão de coisas que, simplesmente, deveriam “não existir mais” porque “não dão pra ver mais”. Crianças dormem sonos de anjos, e nós nos corroemos com insônias envenenadas de mágoas. Surgem rugas de preocupação com o futuro e costas corcundas pelo peso das decepções do passado. Como dizem por aí, “as lembranças, hoje em dia, são a única coisa que um cirurgião plástico não consegue remover com bisturi a laser”. Pura verdade! Tem muita gente na escravidão de sua própria senzala mental, e vira-e-mexe são açoitados por momentos de raiva ou depressão.

Nesta semana, ouvi algo interessante: na vanguarda de nossos dias, todos acabam entendendo um pouco de computador, e um dos cliques mais comuns para qualquer habitante do ciberworld é apertar “delete” jogando coisas indesejáveis na lixeira. Tudo que não serve vai pra lá: fotos feias, vídeos antigos, arquivos em desuso, textos sem graça (espero que não do www.paicoruja.eu!!), enfim, se é mega-inútil vai já pra lixeira!

O problema é que mesmo neste lixão virtual cada byte continua intacto ocupando o disco rígido indefinidamente. Sua área de trabalho se vê livre de ícones e arquivos, mas o computador permanece delegando espaço para trazê-los de volta a qualquer momento – é só “restaurar”, e pronto, tudo utilizável novamente. Pra se ver livre do conteúdo de uma vez? Só acionando o comando “esvaziar lixeira” e, após confirmar outra vez a intenção, daí sim, HD esterilizado de mega-bobeiras para sempre (junto com uma “trilha musical” ridícula de papel amassando, já ouviu?).

Esvaziar a lixeira. Este é o problema! O supercomputador do nosso cérebro cisma em acumular gigas – e mais gigas-lembranças – intoxicadas de emoções nocivas e ressentimentos torturantes. A rotina do dia-dia, através do tempo, até joga na lixeira do passado, mas enquanto não sepultarmos no esquecimento, de repente, tudo pode voltar à tona delineando um presente infeliz.

Quer viver mais em paz? Esvazie a lixeira! Esqueça! Ou seja, deixe o que passou no passado e liberte-se do ontem cinzento. Não dá pra ter um estilo de vida com qualidade sendo manipulado pelo algoz cadavérico da memória emocional negativa. Lembre-se da lua-de-mel na Disney, mas pra quê recordar a briga durante uma fila por lá? Não esqueça o elogio do chefe pavimentando a promoção sonhada, porém dá pra apagar a imagem dos olhos-tortos com seus cotovelos doídos? Por que minimizar a amizade de tantos anos maximizando um único momento de nervos aflorados? Deixe disso! Esvazie a lixeira.

Só agora, como pai-coruja, compreendo melhor o que o Mestre avisou de maneira enigmática: “e quem não receber o reino de Deus como uma criança, de maneira alguma entrará nele” (Marcos 18:17). Em seguida, os discípulos emudecidos deixaram uma creche inteira subir no colo dEle. Por que isso? Ora, o Rei queria escancarar de maneira prática o visto no passaporte para o desembarque no Seu Reino: esquecer, e ir adiante! Homens de sucesso adquirem, não facilmente, a habilidade de superar o passado e seguir em frente. Exatamente como minha filha, que acaba de se levantar do enésimo tombo, só hoje, e já está sorrindo distraída com um ímã de geladeira.

Enquanto saio pra correr de manhã, tenho lapidado meu inglês com um audiobook  intitulado “The Hands-off Manager”, de Steve Chandler (algo como O Gerente de Mãos Desligadas). Recentemente, o autor me fez parar na pista, afirmando: “os outros não nos fazem mal, mas o que pensamos sobre o que os outros nos fazem, isto sim, é o que nos destrói”. Enquanto eles seguem seus caminhos, nós ficamos devastados com interpretações tão corrosivas quanto eternas. Na grande maioria das vezes, chafurdamos ressentidos ao mesmo tempo em que agressores alheios tocam suas vidas em berço esplêndido. Eles com sorrisos, e nós com olheiras. Quanto mais focarmos nas interpretações subjetivas, mais nutriremos uma auto-decepção, e maior força terá o passado sobre nós. É como um refém da areia movediça se esperneando na proporção do afundamento cada vez pior. Não tem super-herói no universo capaz de usar sabiamente seus super-poderes com uma mente auto-destrutiva – e o que dizer de nós, na categoria de pobres mortais?

O maior sábio do Antigo Testamento alertou: “porque como imaginas em tua alma assim és” (Provérbios 23:7). Bebês são o maior barato porque é nossa mente adulta que custa caro. A imaginação negativa acaba materializando assombrações inexistentes e fabricam-se atitudes contra ações que podem nem ter existido. Ou seja, as pessoas não são o problema, é o registro guardado a sete chaves da nossa análise unilateral do fato que atrapalha nossa paz. Não se desgaste à toa. Persistir incinerado por uma ofensa apenas consolidará o prejuízo sobre o único perdedor – você!

Há poucos dias fui um péssimo exemplo – levei uma rasteira de mim mesmo (é sempre patético tropeçar nos próprios pés). Alguém falou pra alguém que ouviu de alguém a observação de alguém sobre a crítica de alguém a meu respeito. TODOS estes “alguéns” não estavam nem aí pra sequer um fio de cabelo da minha costeleta enquanto eu, petrificado pela mágoa, ocupava um assento cativo na primeira fila do teatro de horror da autocomiseração. E o que tudo isso custou pra mim? Perdi deliciosos momentos com minha esposa, desprezei incalculáveis travessuras com minha filha, agi feito zumbi também assombrando outros e, sem perceber, alistei-me na mesma categoria destes “alguéns” – desconfiando, interpretando e acusando.

Foi quando num salto libertei-me do pesadelo. “Quer saber? Isto não é assassinato, na verdade, é suicídio emocional!”, pensei resignado. Ninguém no universo machuca mais do que as próprias preocupações beliscando a alma. E o pior? (Ou melhor?) Tempos depois descobri que a fumaceira não tinha fogo, sendo apenas uma neblina que já nos primeiros raios de sol desapareceu covardemente.

Esquecendo-me das coisas que para traz ficam…” (Filipenses 3:13a) Quem sabe precisemos aprender na volta às fraldas! Caiu? “Olha o carrinho vermelho ali, filho!” Tropeçou? “Toma um Lego aqui, pra se distrair”. Machucaram você? “Pega um canudinho, princesa!” E, acima de tudo, siga adiante. Sempre. “…Avançando para as que diante de mim estão” (Filipenses 3:13b). Não seja estátua de sal olhando cacos do que ficou para trás – vá em frente! Fomos feitos para viver na plenitude da paz – de espírito, mente e corpo. Creio na superação do presente sobre as cicatrizes de um passado sonâmbulo.

E o futuro fica logo ali – carregado de esperança.

Livre.

Que tal? Aja agora mesmo. Escolha o conteúdo. Clique sem duvidar. Delete. Confirme imediatamente. Esqueça pra valer.

E seja mais feliz.

Lixeira esvaziada.

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Fonte: www.paicoruja.eu

A televisão: O perigo invade sua casa

Publicado por Sérgio Leitão em Curiosidade, Família, Liderança, Relacionamento

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Sabemos que a televisão é um dos mais utilizados objetos no mundo e o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística),  em sua pesquisa de mercado, diz que 98% dos lares brasileiros possuem uma ou mais televisão. Existe mais TV nos lares do que geladeira ou fogão. Oito milhões de lares brasileiros possuem TV por assinatura, isso quer dizer que quase 26 milhões de pessoas desfrutam dessa comodidade. 

Foram mais de 900 milhões de aparelhos nos últimos 40 anos que tem como inventor o escocês por nome John Baird, mas somente em 1934 que o russo Vladimir Zworykin, ao chegar aos Estados Unidos criou o iconoscópio – aparelho que permitia decompor uma imagem em milhares de pontos convertidos num sinal modulado -  surgindo as primeiras aplicações práticas.

A televisão foi criada com três princípios básicos: 1) informar; 2) divertir e 3) transmitir cultura.

Os anos passaram e esses princípios foram trocados abertamente e deturpados por: 1) Interesses comerciais 2) Malignidade existente no coração do ser humano. 3) A ação do príncipe desse mundo – Satanás – que possui somente esses interesses no ser humano: 1) Matar 2) Roubar 3) Destruir.

Para uma grande maioria de brasileiros, a única fonte de informação é a televisão, e corresponde ao dobro dos leitores de jornais e revistas. Pesquisadores em quase todos os países desenvolvidos estudam as conseqüências decorrentes do tempo que as pessoas passam em frente à telinha. Após avaliar 2.500 mil horas e mais de 2.600 programas diferentes, uma Universidade da Califórnia – USA alertou: 1) 73% das ações de violência que ocorrem na TV transmitem a criança uma sensação de impunidade; 2) Em 58% das cenas violentas as vítimas sequer sentem dores pois 47% das cenas, parecem ser de borracha porque não sangram nem aparecem ferimentos.

Estudos comprovam que principalmente crianças e adolescentes procuram imitar os maus comportamentos que a TV mostra. Outra pesquisa feita por Jô Grobel da Universidade de Utrecht, Holanda constatou que: 1) 44% das crianças que assistem à televisão têm dificuldades em diferenciar a vida real da virtual. 2) O tempo que as crianças passam vendo televisão é 50% maior que fazendo qualquer outra atividade 3) Ação de risco apresentado na mídia é chamativa e atraente para 47% das crianças. 

A TV controla a vida de milhares de pessoas, ditando a hora de dormir, tipo de alimentação e bebida da família, decoração, lazer, viagem, compras, enfim as pessoas estão aprisionadas na vida real de um sistema virtual. Aquele objeto central do nosso lar – pois está no lugar principal da casa – geralmente na sala principal e todos os sofás e cadeiras voltados para ela, como se fosse um altar de adoração. Para muitas famílias é exatamente isso, pois segundo o IBGE, o brasileiro vê em média 3,9 horas de TV ao dia. Sabe o que isso significa? Quando você estiver com 70 anos, terá sepultado no tubo de imagem da TV, 10 anos ininterruptos da sua vida. Período suficiente para tornar qualquer um em zumbi, vida aniquilada, vazia, sem afeto, criatividade desperdiçada.   

A televisão é uma máquina de destruir famílias inteiras em todos os sentidos. A média da criança semanal na frente da TV é de 21 a 33 horas. Isso é mais que o tempo que permanece na escola (cerca de 25 horas semanais). Os brasileirinhos de até 14 anos de idade chegam aos 50 milhões, isso é 32% da população brasileira e para eles se volta um mercado que movimenta bilhões de dólares por ano. A Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos, apresenta na sua página da Internet que foram vendidos em 2009 o valor estimado em 2 bilhões e 710 milhões de reais, e a TV é uma das principais fonte de propaganda. A programação está nas mãos de homens corruptos, incrédulos, amantes de si mesmos, avarentos, invejosos, amantes dos prazeres terrenos e pessoas que não querem saber de Deus nem mesmo de ouvir falar. Cada dia a concorrência entre as emissoras e a tentativa de alcançar os indivíduos dentro de seus lares, avança furiosamente. Eles não estão preocupados com seu filho, se ele está sofrendo alguma pressão psicológica ou cheio de dúvida e sem saber qual rumo tomar. Eles não estão interessados pela felicidade de sua família, nem querem saber se os conselhos em seus vários programas infernais e maléficos estão trazendo a destruição do casamento e criando com grande alvoroço a liberdade homossexual, como se fosse algo normal no seio da família. Programas feitos com segundas intenções, envolvendo uma falsa impressão de contrariedade, mas com convidados preparados para lançar sementes contra a Palavra de Deus e sua Igreja. Sementes para que a nova geração que está surgindo venha sem crer em Deus, que Jesus é o único Salvador e que o Espírito Santo é uma influencia da cabeça de alguns aproveitadores.

 ”Kosmos” o sistema do mundo daqueles que estão separados de Deus, está atuando sem descanso. O objetivo está sendo alcançado por eles, infelizmente, pois a epidemia das drogas está devastando a sociedade inteira. Todas as autoridades, em todos os segmentos, não sabem mais o que fazer, pois o “crack” está em todas as camadas sociais, destruindo vidas, famílias, comunidades e nessa corrida logo poderá alcançar o maior número de usuários da história. Tudo começa com historinhas que a criança acompanha todos os dias através da TV.  Depois é a própria TV em seus telejornais que joga toda a sujeira dentro de nosso lar e nós ainda perdemos tempo vendo e ouvindo tanto lixo e imundícia. Alguns psicólogos são pagos por grandes redes para desmentir publicamente tudo isso, dizendo que a TV faz bem e que prepara a criança para o amanhã. A TV não é o agente de educação do lar, pois isso é o papel dos pais, mas está querendo transferir essa responsabilidade para apresentadores e especialistas que não possuem vida exemplar para querer ensinar alguma coisa útil para alguém. A maioria desses artistas muda de cônjuge como mudamos de roupa e outros se declaram homossexuais e outros participantes de alguma seita satânica.  

É isso que queremos dentro de nosso lar? (Leia Ef 5.15-16; Cl 4.5 e Sl 90.12). Está na hora de tomarmos posição. Não estamos aqui para proibir a TV, mas para que você tenha forças para escolher uma programação mais íntegra possível, dentro dos padrões bíblicos. Aprenda a desligar a TV, fuja de cenas depressivas, pois são exatamente cenas como estas que está levando uma grande parte da população a depressão. Ainda há tempo para mudar!! Quem sabe seja hoje.

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Fonte: Texto do Pr. Lineas Domiciano, publicado no site www.ifamilia.com.br.

Joquebede: Mãe fonte de encorajamento e de exemplo

Publicado por Sérgio Leitão em Família, , Mulher, Pais e Filhos, Relacionamento

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As mães têm um relacionamento singular com os filhos repleto de compreensão e de perdão, assim como de afeto; porém, para alguns filhos, uma boa mãe também precisa ser firme, esperando e exigindo o devido respeito. As mães devem controlar a situação para que possam receber suas bênçãos. Se estiverem ocupadas ou sobrecarregadas demais, não estarão prontas para receber.

Nunca é cedo nem tarde demais para começar a ministrar aos seus filhos. Joquebede uma das mulheres da Bíblia que, com freqüência, serve de fonte de encorajamento e de exemplo. Seu amor ardente pelo filho somado à sua fé deram-lhe forças para agir heroicamente em meio a grande opressão. Embora fosse escrava, era também levita, uma mulher que pertencia ao Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó. Joquebede conhecia a história de seus antepassados. Acreditava nas promessas. Deus era fiel.

Trezentos anos após a morte do patriarca José, nasceu uma criança no Egito. Seu choro alto era sufocado pelos soluços de uma mulher. O coração de Joquebede revelava um misto de alegria e de medo. Pois faraó havia ordenado, que seus soldados procurassem cada menino recém-nascido e que os matassem jogando-os nas águas do Nilo.

O pensamento hebraico frequentemente equipara riqueza a filhos e filhas, herança prometida por Deus a Abraão (Gn 12.2). Repare na iniciativa dessa mãe. Ela “concebeu… deu à luz um filho… vendo que era formoso… tomou um cesto… pondo nele o menino” (Êx 2.2-3). Essas ações denotam uma mulher de fé corajosa e com objetivos claros. Sua motivação e seus resultados são esclarecidos pelo autor de Hebreus (Hb 11.23-27). Ela contornou a lei que mandava que matasse seu bebê: colocando-o no rio Nilo, cumpriu a lei (Êx 1.22); cercando-o de proteção, inclusive colocando sua irmã para vigiá-lo, demonstrou fé (Êx 2.3-4).

As mentes ocidentais não conseguem compreender as táticas aterrorizantes dos Faraós antigos. Idólatras e corruptos, não sentiam nada além de desprezo por Javé, o Deus dos israelitas, suas vítimas sociais escravizadas. Ódio, hostilidade e trabalho duro eram fatos da vida. Mesmo assim, uma mulher cuidadosa, mãe desembaraçada e de iniciativa, elevou-se acima da maldade que a cercava. Deus viu seu coração, ouviu suas orações e interveio em seu benefício. Sua fama perdura através de seus destacados filhos (Nm 26.59). Deus honrou seu firme propósito usando Moisés, um de seus filhos, para libertar os hebreus da escravidão do Egito e escolhendo seu outro filho, Arão, para ser sumo sacerdote. Sua filha Miriã tornou-se líder das mulheres hebréias, e toda a família da tribo de Joquebede foi escolhida por Deus para liderar os rituais do culto.

Joquebede serve de modelo para as mulheres de hoje em dia com sua contagiante coragem para temer a Deus em vez de aos homens, e com uma fé firme nas promessas e na providência divinas. O autor de Hebreus registra que Moisés “abandonou o Egito, não ficando amedrontado com a cólera do rei” (Hb 11.27), e que seus pais antes dele não “ficaram amedrontados pelo decreto do rei” (Hb 11.23). O importante não é a quantidade de resultados, mas o que você faz para atingir os desafios e responsabilidades postos diante você. Joquebede levou seu papel de mãe muito a sério, criou seus filhos no Senhor com dedicação consciente. Com certeza, foi a maior influência diante de Deus na preparação desses filhos para a grande tarefa que o Senhor tinha para cada um na liderança e libertação do seu povo da escravidão.

O que faz uma família ser saudável

Publicado por Sérgio Leitão em Casamento, Família, Pais e Filhos

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por Gilson Bifano

1 – Apreciação mútua
Famílias estáveis e saudáveis cultivam a apreciação entre os seus membros. Então, o segredo para cultivar uma saúde familiar é elogiar sempre. Nunca perder uma oportunidade para elogiar e enaltecer o cônjuge, os filhos, irmãos e pais. “O princípio mais profundo natureza humana é o anelo de ser apreciado”, escreveu William James.

2 – Capacidade para resolverem juntos os conflitos.
Os conflitos, em qualquer relação humana, são inevitáveis. A grande questão é saber identificar e resolvê-los de uma maneira em que todos saiam vencedores. Muitas vezes, famílias se tornam frágeis e problemáticas porque na resolução de um conflito, há perdedores e vencedores.

3 – Comunicação aberta.
Numa família saudável a comunicação é valorizada. Os assuntos são conversados sem tabus, os sentimentos são externados sem rancor. Não há acusações ou críticas. Os cônjuges sentem liberdades para exporem suas idéias e sentimentos. Pais conversam com os filhos sobre temas importantes.

4 – Compromisso mútuo.
Numa família saudável, há um forte sentimento de compromisso entre os seus membros. Os cônjuges sentem-se compromissados pelo bem-estar e crescimento um do outro. Os pais sentem-se compromissados com crescimento integral dos filhos e assim por diante.

5 – Dedicação de tempo.
Famílias saudáveis e competentes investem tempo e energia na construção e manutenção de um relacionamento construtivo. Os cônjuges conversam mais entre si, os pais brincam mais com os filhos, há mais caminhadas de mãos dadas. Há quantidade e qualidade de dedicação de tempo.

6 – Compartilhamento de tradições.
Famílias saudáveis valorizam os almoços à mesa, as férias são momentos inesquecíveis, os aniversários, mesmo com simplicidade, são comemorados, os dias festivos são lembrados e vividos intensamente, a participação nos cultos torna-se importante. “Essas tradições, pequenas e grandes, são o que estreita os nossos laços, nos renova e nos dá uma identidade enquanto família”, diz Stephen R. Covey.

7 – Compartilham a fé comum.
Sabemos que quando Deus se torna o fundamento de uma família, esta passa a ter totais condições de ser feliz e saudável. “A família foi constituída pelo próprio Deus e deve tê-lo como fator central”, afirma o Dr. Merval Rosa.

Que cada um de nós sejamos responsáveis pelo cultivo dessas atitudes em nossas famílias. Fazendo isso, estaremos construindo, no novo milênio, famílias que sejam esteio e colunas da sociedade.

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Publicado no site: www.clickfamilia.org.br.

“Construir” filhos e filhas

Publicado por Sérgio Leitão em Família, Liderança, Pais e Filhos

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Os filhos são bênçãos de Deus (Salmo 128.3). O Salmo 128 costuma ser chamado de “Salmo do Construtor”, porque para o israelita, o lar era uma oportunidade de realizar a tarefa sagrada de “construir” filhos e filhas. Esse conceito retrata com clareza o que o Criador tinha em mente, pois os pais devem empenhar-se em “construir” os filhos – exibindo diante deles os fundamentos da fé por meio de uma vida cristã genuína,honrando a Jesus, alimentando-os e envolvendo-os com oração, refinando-os com o ensino da palavra de Deus. Assim, se bem “construídos” no Senhor, esses filhos também se tornaram construtores de filhos e filhas, espalhando a semente santa às gerações.