Casal de “bobos”

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Com alguma frequência minha esposa é chamada de boba por algumas pessoas que não concordam com a sua forma de ser esposa e mãe.

Para aqueles que pensam segundo os padrões da sociedade moderna, eu também estou no rol dos esposos considerados “bobos”.

Portanto, assim como outros casais que conhecemos, somos um casal de “bobos”!

Mas, por que somos “bobos”? O que é uma esposa “boba”? O que caracteriza um esposo “bobo”?

Segundo os “sabidos”, as esposas “bobas” são aquelas que cuidam da casa com dedicação, preparam as refeições, arrumam o ambiente e dispensam atenção ao esposo e filhos.

As esposas “bobas” são submissas aos esposos, entendendo que eles foram responsabilizados por Deus para serem cabeça da esposa, conforme o ensino bíblico: “Porque o marido é a cabeça da mulher, como também Cristo é a cabeça da igreja…” – Efésios 5:23.

As esposas “bobas” deixam de usar aquela roupa que seus esposos percebem ser inconvenientes.

As esposas “bobas” não exigem de seus esposos mais do que sabem que eles podem fazer pela família.

As esposas “bobas” não dão ouvidos ao movimento feminista, que prega a emancipação da mulher.

E os esposos “bobos”? Os esposos “bobos” são aqueles que amam suas esposas, obedecendo ao mandamento do Senhor: “Vós, maridos, amai vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela.” – Efésios 5:25.

Os esposos “bobos” respeitam suas esposas, procurando tratá-las com mansidão. Eles prezam pela convivência pacífica da vida conjugal. 

Os esposos “bobos” investem na família, procurando oferecer o melhor à esposa e filhos.

Os esposos “bobos” não desejam ter outra mulher, pois consideram suas esposas como querem ser considerados.

Os esposos “bobos” não perdem noites em farras com os amigos, pois valorizam a vida comum do lar, ao lado das esposas e filhos.

Agora, o que é mais interessante: As estatísticas mostram que as esposas e esposos que não são “bobos” têm uma péssima convivência, criam filhos mal preparados para a vida, são pessoas infelizes, e caminham rumo à separação.

Portanto, prefiro ter uma esposa “boba” e ser um esposo “bobão”.

Acredito que o mundo seria bem melhor com mais casais de “bobos”.

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Fonte: Texto de Pr. Isaías Alexandria Costa – isaias.alexandria@gmail.com.

Atitudes de alguém que vence sempre

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“Porque ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide; ainda que decepcione o produto da oliveira, e os campos não produzam mantimento; ainda que as ovelhas da malhada sejam arrebatadas, e nos currais não haja gado; Todavia eu me alegrarei no SENHOR; exultarei no Deus da minha salvação” (Habacuque 3.17, 18).

“A minha atitude determinará o meu progresso. Ou me leva a conquista desejada ou me incapacita ao sucesso. É o combustível que me leva adiante ou abate a minha esperança. Quando a minha atitude é correta, não existe nenhuma barreira muito alta, nenhum vale muito profundo, nenhum sonho inatingível, nenhum desafio muito grande para mim.” (Charles R. Swindoll)

Não existe nada impossível para aqueles que colocam suas vidas nas mãos do Senhor Jesus. Eles têm muito mais que atitudes — têm fé. Se a caminhada é difícil, eles não desistirão em momento algum. Se os objetivos requerem determinação, essa não lhes faltará. Se os pessimistas tentam induzi-los a parar, ignoram e perseveram. Em seu íntimo existe apenas uma certeza — vão conseguir!

Esta atitude, revestida de fé, é a grande motivação de todos nós, cristãos. O nosso Deus é bom e está ao nosso lado. Ele sempre nos ajudará a vencer as lutas e obstáculos. Nada temos de temer e não haverá, jamais, motivos para que desistamos de buscar as nossas conquistas. Se for preciso sacudir o pó depois de uma queda, nós o faremos. Se for necessário saltar muralhas, nos esforçaremos. Se encontrarmos cercas impedindo a passagem, nos arrastaremos por baixo. Se o nosso sonho nos parecer muito alto, voaremos. Só uma coisa não cabe em nossas atitudes: desanimar.

Se você está encontrando dificuldades em superar seus fracassos, suas frustrações e possíveis derrotas, comece tomando uma séria atitude: olhe para o alto e peça a Deus que lhe ensine a confiar nEle. Diga-lhe que você facilmente desiste de lutar quando não obtém uma vitória imediata. Peça-lhe que renove a sua fé e fortaleça a sua esperança. Diga ao Senhor que deseja que sua vida seja transformada para que suas atitudes sejam diferentes. Você verá um novo horizonte aparecer em sua frente, começará a caminhar com mais alegria e vigor, será capaz de cair e levantar várias vezes sem se importar com os arranhões e pequenas cicatrizes que as quedas lhe deixarão.

Deixe que suas atitudes garantam suas vitórias.

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Fonte: Texto de Paulo Roberto Barbosa do Ministério para Refletir o Mundo.

O perdão e o namoro

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 “Então Pedro aproximando-se, lhe perguntou: Senhor, até quantas vezes meu irmão pecará contra mim, que eu lhe perdoe? Até sete vezes? Respondeu-lhe Jesus: Não te digo que até sete vezes, mas até setenta vezes sete.” (Mateus 18.21- 22.)

 Na vida somos desafiados a lidar, a cada dia, com nossos limites e também a mudar nossos hábitos e convicções. Nessa experiência do dia a dia nada é mais desafiador e constrangedor do que o perdão. Perdoar é absolver de culpa ou de dívida, é abrir mão da justiça própria e dar uma nova chance ao outro.

Quando Jesus fez a oração do Pai Nosso, na Bíblia, Ele disse: “Perdoai as nossas ofensas assim como nós perdoamos aqueles que nos tem ofendido [...]” (Mateus 6.12.) Um pouco mais adiante Jesus apresentou um pouco mais de profundidade à questão: “Por que, se perdoardes aos homens de suas ofensas, também vosso Pai celeste vos perdoará; se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, tampouco vosso Pai vos perdoará as vossas ofensas.” (Mateus 6.14-15.) Perceba que aqui se coloca uma condição para se receber o perdão de Deus: nós temos que ser perdoadores primeiro.

 Se já é complicado perdoar um estranho, ou alguém distante de nossa convivência, imagine então alguém muito próximo, o namorado ou a namorada. Dizem que a pedra que mais dói é a lançada de perto, isso quer dizer que quanto mais amamos alguém, maior é o poder dessa pessoa de nos machucar ao nos ofender. Infelizmente muitas vezes o companheiro pisa na bola. E aí, o que fazer?

 Ao contrário do que muitos dizem, perdoar nunca foi esquecer, é impossível para o ser humano esquecer. Mas, como dissemos no início, é absolver o outro da culpa. É claro que determinadas ofensas podem gerar o rompimento do namoro, mas, o que não pode é alguém perder a dádiva de ser perdoado por não liberar perdão. Porque a condição para ser perdoado é que também perdoe. Talvez ao ler esse texto você esteja brigado ou chateado com o seu (sua) namorado(a), então, aproveite este momento, o(a) procure, libere perdão. Ou ainda, quem sabe, você o(a) tenha ofendido; abra mão do orgulho e peça perdão. Talvez você não esteja namorando, mas precisa perdoar alguém que você ama, não perca tempo. O perdão cura as feridas, nos faz felizes e livres. O perdão nos capacita a viver sem amarras ou amarguras, sem ressentimentos ou angústias. Por isso, desde já, pratique o perdão.

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Fonte: Texto de Richarde Guerra, publicado no site www.lagoinha.com.

Conselhos aos casais

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  1. Nunca fiquem ambos zangados ao mesmo tempo.
  2. Nunca lance em rosto um ao outro um erro do passado.
  3. Nunca se esqueçam das horas felizes de quando começaram a se amar.
  4. Nunca se encontrem sem um termo bem vindo.
  5. Nunca usem indiretas, quer estejam sozinhos ou em presença de outros.
  6. Jamais grite um com o outro, a não ser que a casa esteja pegando fogo.
  7. Procure cada um se esforçar ao máximo para estar de acordo com os desejos do outro.
  8. Seja a renúncia de si mesmo o alvo e a prática de cada dia.
  9. Nunca deixem o sol se pôr sobre qualquer zanga ou ressentimento melhor mesmo é não zangar-se!
  10. Jamais dêem ensejo a que um pedido razoável tenha de ser feito duas vezes.
  11. Nunca façam um comentário em público, que possa magoar o outro. Pode parecer engraçado, às vezes, mas fere.
  12. Nunca suspirem pelo que poderia ter sido, mas tirem o melhor partido daquilo que é.
  13. Não censurem nunca, a não ser que tenham a certeza de que uma falta foi cometida, e mesmo assim falem sempre com amor.
  14. Jamais se separem sem palavras amáveis, nas quais pensem enquanto separados. Breves palavras proferidas na manhã preenchem um longo dia.
  15. Não deixem que nenhuma falta cometida fique sem ser confessada e perdoada.
  16. Não se esqueçam que o lugar mais próximo do céu na terra é aquele em que duas almas se tornam rivais no altruísmo.
  17. Não fiquem satisfeitos enquanto não tiverem certos de que estão ambos trilhando o caminho estreito e reto, um ajudando o outro.
  18. Jamais se esqueçam que o casamento foi estabelecido por Deus e que só a sua benção pode torná-lo o que deve ser.
  19. Não permitam que esperanças terrenas os distanciem do lar eterno.
  20. Jamais deixem de regar o amor com muito carinho e afeto.

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Fonte: “Autor Desconhecido”

Joquebede: Mãe fonte de encorajamento e de exemplo

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As mães têm um relacionamento singular com os filhos repleto de compreensão e de perdão, assim como de afeto; porém, para alguns filhos, uma boa mãe também precisa ser firme, esperando e exigindo o devido respeito. As mães devem controlar a situação para que possam receber suas bênçãos. Se estiverem ocupadas ou sobrecarregadas demais, não estarão prontas para receber.

Nunca é cedo nem tarde demais para começar a ministrar aos seus filhos. Joquebede uma das mulheres da Bíblia que, com freqüência, serve de fonte de encorajamento e de exemplo. Seu amor ardente pelo filho somado à sua fé deram-lhe forças para agir heroicamente em meio a grande opressão. Embora fosse escrava, era também levita, uma mulher que pertencia ao Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó. Joquebede conhecia a história de seus antepassados. Acreditava nas promessas. Deus era fiel.

Trezentos anos após a morte do patriarca José, nasceu uma criança no Egito. Seu choro alto era sufocado pelos soluços de uma mulher. O coração de Joquebede revelava um misto de alegria e de medo. Pois faraó havia ordenado, que seus soldados procurassem cada menino recém-nascido e que os matassem jogando-os nas águas do Nilo.

O pensamento hebraico frequentemente equipara riqueza a filhos e filhas, herança prometida por Deus a Abraão (Gn 12.2). Repare na iniciativa dessa mãe. Ela “concebeu… deu à luz um filho… vendo que era formoso… tomou um cesto… pondo nele o menino” (Êx 2.2-3). Essas ações denotam uma mulher de fé corajosa e com objetivos claros. Sua motivação e seus resultados são esclarecidos pelo autor de Hebreus (Hb 11.23-27). Ela contornou a lei que mandava que matasse seu bebê: colocando-o no rio Nilo, cumpriu a lei (Êx 1.22); cercando-o de proteção, inclusive colocando sua irmã para vigiá-lo, demonstrou fé (Êx 2.3-4).

As mentes ocidentais não conseguem compreender as táticas aterrorizantes dos Faraós antigos. Idólatras e corruptos, não sentiam nada além de desprezo por Javé, o Deus dos israelitas, suas vítimas sociais escravizadas. Ódio, hostilidade e trabalho duro eram fatos da vida. Mesmo assim, uma mulher cuidadosa, mãe desembaraçada e de iniciativa, elevou-se acima da maldade que a cercava. Deus viu seu coração, ouviu suas orações e interveio em seu benefício. Sua fama perdura através de seus destacados filhos (Nm 26.59). Deus honrou seu firme propósito usando Moisés, um de seus filhos, para libertar os hebreus da escravidão do Egito e escolhendo seu outro filho, Arão, para ser sumo sacerdote. Sua filha Miriã tornou-se líder das mulheres hebréias, e toda a família da tribo de Joquebede foi escolhida por Deus para liderar os rituais do culto.

Joquebede serve de modelo para as mulheres de hoje em dia com sua contagiante coragem para temer a Deus em vez de aos homens, e com uma fé firme nas promessas e na providência divinas. O autor de Hebreus registra que Moisés “abandonou o Egito, não ficando amedrontado com a cólera do rei” (Hb 11.27), e que seus pais antes dele não “ficaram amedrontados pelo decreto do rei” (Hb 11.23). O importante não é a quantidade de resultados, mas o que você faz para atingir os desafios e responsabilidades postos diante você. Joquebede levou seu papel de mãe muito a sério, criou seus filhos no Senhor com dedicação consciente. Com certeza, foi a maior influência diante de Deus na preparação desses filhos para a grande tarefa que o Senhor tinha para cada um na liderança e libertação do seu povo da escravidão.

As preocupações do dia-a-dia rouba a fé

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Uma das características mais maravilhosas de Jesus é que ele não deseja que seu povo viva ansioso. Ele não mantém seu Reino à custa de espíritos inquietos. Ao contrário, o objetivo do Reino de Jesus é libertar-nos das preocupações. Ele não precisa nos manter preocupados para demonstrar seu poder e sua superioridade, pois são intocáveis e invencíveis. Ao contrário, ele exalta seu poder e sua superioridade quando leva embora nossas preocupações.

Dependendo do contexto, palavras traduzidas por “cuidado”, “preocupações” ou “temor” e “ansiedade” podem revelar tanto atitudes corretas quanto erradas na vida de um cristão. O sentimento de temor é correto como uma postura de reverência a Deus em virtude de sua santidade (Is 8.13); o cuidado é positivo por ser um gesto que demonstra preocupação com os outros (1Co 12.25; 2Co 11.28).

No entanto, preocupar-se é uma conduta sempre errada, pois paralisa a fé ativa na vida da pessoa. Ao nos preocuparmos, assumimos responsabilidades que não foram dirigidas a nós. Jesus, repetidamente, ensinou: “não se preocupe” mesmo em relação às coisas básicas da vida (Mt 6.25-34).

Quando Jesus diz: “Não se preocupam com o amanhã” (Mt 6.34), ele estabelece o tipo de vida que todos desejam — sem preocupações, sem medo dos homens ou de situações ameaçadoras. Mas como, porém, Jesus espera que seu mandamento seja cumprido se tudo à nossa volta nos deixa preocupados? Jesus nos auxilia, apresentando dois tratamentos para combater a preocupação e o medo. O primeiro está relacionado à preocupação com as necessidades básicas da vida, como alimento, bebida, roupa (Mt 6. 23-4). O segundo está relacionado à preocupação com o mal que os homens podem nos causar (Mt 10.24-31). Na primeira passagem, Jesus confirma nossa capacidade de viver com alegria, mesmo sem saber como nossas necessidades serão supridas. Na segunda, Jesus nos incentiva a perseverar na causa da verdade quando alguém nos ameaça.

Todos nós somos capazes de compreender claramente a mensagem principal de Jesus em Mateus 6.25-34: “Não se preocupem”. Versículo 25: “Não se preocupem com sua própria vida”. Versículo 34: “Não se preocupem com o amanhã”. Essa, porém, é a forma negativa de apresentar a mensagem principal desses textos. Há uma forma positiva, no versículo 33. Em vez de preocupar, “busquem, pois, em primeiro lugar o Reino de Deus”. Quando pensarmos na vida, no alimento ou em roupas – ou no cônjuge, nos filhos, nos bens, no emprego, em nossa missão —, não devemos nos afligir com isso. Ao contrário, devemos pensar em Deus, o Rei, nesse momento. Jesus está dizendo: “Entreguem a situação ao seu poder majestoso e façam a vontade de Deus com a confiança de que ele estará conosco e suprirá todas as nossas necessidades. Se acreditarmos no Reino do Pai celestial, não haverá necessidade de nos preocuparmos com coisa alguma”.

A preocupação divide a mente entre pensamentos úteis e fúteis. Fontes de preocupação incluem mudanças, falta de entendimento e falta de controle de nossa vida. Preocupar-se não altera absolutamente nada (Mt 6.27); serve apenas para desviar o nosso olhar das coisas de Deus e da fidelidade e justiça divinas. Ao invés disso, desviamos nossa atenção para as coisas da vida, como bens materiais, por exemplo (Mt 6.31). A preocupação sufoca e constitui um sentimento destruidor, que corrói nossa energia e tenta elevar a força humana acima da força de Deus e dos planos divinos.

Por que temos a tendência de nos preocupar com comida e com roupa? Porque há três coisas   que perderemos se não tivermos comida e roupa: 1) Perderemos alguns prazeres. Afinal, a comida agrada ao paladar; 2) Perderemos alguns elogios humanos e olhares de admiração se não usarmos roupas bonitas, e 3) Possivelmente perderemos a vida se não tivermos alimento para comer ou roupas que nos projetam do frio. Preocupamo-nos com comida e com roupa porque não queremos perder prazeres físicos, elogios humanos nem a vida.

Jesus nos adverte quanto levar uma vida cheia de preocupações: “Se você for dominado pelas preocupações com essas coisas, deixará de ver as grandezas da vida”. A vida não nos foi concedida para o prazer físico acima de tudo, mas para algo bem maior — agradar a Deus (Lc 12.21). A vida não nos foi concedida para receber a aprovação dos homens acima de tudo, mas para algo bem maior — a aprovação de Deus (Jo 5.44). A vida não nos foi concedida para ser prolongada neste mundo acima de tudo, mas para algo bem maior — a vida eterna com Deus no futuro (Jo 3.16). Embora os filhos de Israel tenham visto Deus abrir o mar Vermelho para libertá-los do Egito, eles não creram que ele providenciaria água no deserto para suprir as necessidades deles.

Por isso que preocupação é o oposto da fé, e o ato de preocupar-se sugere que Deus não é digno de confiança para cuidar da nossa vida e suprir nossas necessidades (Fp 4.19). A preocupação provoca o medo, que exclui a fé.

Ao associarmos preocupação com descrença, as Escrituras providenciam retorno à fé completa. O caminho que vai da preocupação à fé começa com o reconhecimento do pecado e a confissão de falta de fé (Sl 139.23), continua com a libertação (Sl 34.4J e termina com a segurança de’ que absolutamente nada pode nos separar do amor de Deus, que é o grande EU SOU (Rm 8.35; Ex 3.14-15J.

Não devemos nos preocupar com comida e com roupa porque elas não proporcionam as coisas grandiosas da vida, isto é, agradar a Deus, buscar sua graça e misericórdia, querer passar a eternidade em sua presença. Se vivermos preocupados com essas coisas, deixaremos de ver os grandes propósitos da vida centralizada em Deus. No lugar de ansiedade, devemos oferecer ações de graça livremente, com o coração restabelecido e confiante em Deus (Sl 112.7-8; Fp 4.6-7).

Não ver para verdadeiramente crer

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“Bem-aventurados os que não viram e creram.”João 20:29b

Jesus dispara ao coração questionador de Tomé: “Bem-aventurados os que não viram e creram”.

Interessante, a palavra fé e fidelidade tem a mesma raiz etimológica e assim como a fidelidade a fé só se comprova na ausência. Ser fiel enquanto o esposo e a esposa está por perto, enquanto o amigo está do nosso lado não comprova a fidelidade. A fidelidade se comprova na ausência quando estamos longe, quando não temos olhares investigativos ao nosso redor.

Assim a fé é comprovada na ausência das realizações e dos milagres. O firme fundamento da fé é uma certeza quando não há evidência alguma. A falta de perspectiva na vida de Tomé o levou a não crer mais; a duvidar de suas escolhas e das verdades que povoavam seu coração. Penso que aí está a verdadeira comprovação da fé, passar pelo momento de ausência, aqueles momentos em que os milagres são escassos ou quase imperceptíveis.

Momentos que achamos que não conseguimos sentir a presença do Eterno em nosso caminhar, naqueles instantes que o milagre parece estar tão longe, é disto que Jesus está falando.

Da mesma forma, nós acreditamos facilmente em alguém quando esta pessoa nos mostra resultados, nos mostra caráter, nos mostra beleza. Acreditar em alguém que é sucesso é muito fácil. O Senhor Jesus nos chama a ter a fé que vai além das aparências. Crer naquele que não tem nada para dar, crer na pessoa que já foi desacreditada tantas e tantas vezes.

Esta fé é que muda o mundo, crer pelo que vemos é muito fácil, Jesus nos chama a crer no que não vemos, em pessoas que não demonstram milagre algum em sua existência, pessoas que são uma carta fora do baralho. Jesus era este homem desacreditado que foi colocado no meio de bandidos e crucificado como um malfeitor qualquer.

Aquele era um momento de ausência, de abandono onde a falta do Mestre doía muito e trazia ao coração um medo muito grande do amanhã. Crer no momento da incerteza, quando Deus parece distante é ser “bem-aventurado”, ou seja só é verdadeiramente feliz aquele que aprendeu a perceber Deus na  ausência, na falta.

O que Jesus estava querendo dizer a Tomé naquele momento era que crer quando se vê o milagre não é verdadeiramente crer, a verdadeira fé vem quando não se tem nada para se apegar, quando as evidências parecem inexistentes e o nosso coração gela de temores.

Depois de tanto tempo com  seus discípulos Jesus estava pondo à prova a maturidade deles. Ele não queria que a fé deles fosse infantil como meninos que dizem: “Tocamo-vos flauta, e não dançastes; cantamo-vos lamentações, e não chorastes.” Lc. 7:32

Meninos e meninas espirituais são aqueles/as que precisam de uma resposta imediata ao seu esforço. Por isto precisam de uma campanha de 7 semanas,  uma corrente de 7 dias, tudo com prazo e hora para começar e terminar pois eles têm urgência de tudo e até mesmo urgência para manter a sua fé.

Vemos hoje uma multidão de cristãos sendo doutrinados em uma fé prática. Uma fé que te dá instrumentos para ter certeza. Será que isto é possível? Uma fé que tem garantias de certezas e dá sempre lucros ao investidor, não é propriamente fé.

Ensinar alguém que sendo fiel a Deus vai conquistar o “melhor desta terra” e será prospero em tudo que fizer, não é ensinar a fé bíblia mas sim fazer destas pessoas investidores religiosos. Jesus deixa claro que a agenda Dele não é movida pelas nossas necessidades, pois os “Seus caminhos são mais altos do que os nossos caminhos”.

Jesus chama Tomé para a fé da ausência, sem evidências, sem cheiros, sem cor, sem movimentos, mas uma fé fiel e real, é esta fé que Jesus nos chama a ter. “Bem-aventurados os que não viram e creram”.

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Fonte: Texto de Armando Altino da Silva Júnior, publicado no site www.institutojetro.com.br.

 

Não deixe que as crises afetem sua família

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As relações familiares, atualmente, estão sob fortes pressões e conflitos, sob ataque direto do reino das trevas. Psicólogos, jornais, revistas, televisão e outros meios têm colocado em dúvida a família segundo a concepção de Deus para ela. Divórcio fácil, lares desfeitos, ausência de compromisso, casamentos abertos, infidelidade conjugal, abandono, ligações homossexuais, etc. são apregoados como normais, aceitáveis e até desejáveis. Mas a história nos revela que nenhuma sociedade resistiu quando a vida familiar dentro dela foi desintegrada.

Essa crise que afeta a família, atinge os casais, repercute nos pais e se amplia nos filhos, que estão sob fogo cruzado. A violência infantil, o uso de drogas, morte prematura, gravidez e rebeldia na adolescência são algumas das consequências. Quando as relações familiares entram em crise, todo o indivíduo é afetado. Torna-se difícil agir racionalmente. Os sentimentos se descontrolam, causando angústia, medo, ira e depressão. A família é o único espaço que pode nos dar segurança. Quando, porém, essas relações fracassam, o resultado é dor, sofrimento e tristeza. As feridas abertas na família podem sangrar por toda a vida.

A Bíblia menciona que Deus não somente Se preocupa com cada pessoa individualmente, mas também com nossa vida familiar. Por isso na criação ele estabeleceu a família como núcleo básico da sociedade, o lugar em que devemos nos sentir amados e felizes.

Deus conhece muito bem aquilo de que necessitamos para sermos felizes. “…Eu sou o Senhor, o seu Deus que lhe ensina o que é melhor para você, que dirige no caminho em que você deve ir” (Is 48.17). Apesar de nossos erros, Ele nos ama continuamente, desejando sempre o melhor para nossa família. “Eu sempre os amei e continuo a mostrar que o meu amor por vocês é eterno” (Jr 31.7).

Deus jamais se afasta de nós. Devemos buscá-lo com todas as nossas forças. “Vocês me procurarão e me acharão quando me procurarem de todo o coração”, afirma o Senhor (Jr 29.13).

Família não é casa, não é mero ajuntamento. Família é um projeto muito lindo, a menina dos olhos de Deus. A vida em família encontra seu respaldo no próprio ser de Deus, que vive em família. É nela que as vidas são formadas; é nela que deve haver regozijo e descanso; é nela que o amor e a misericórdia devem ser exercitados.

Tendo isso em mente, queremos desafiar você a colocar sua família aos cuidados daquele que a criou. Que a cada dia você amado irmão leve novamente sua família para a presença de Deus, e a presença de Deus para a sua família, assumindo o compromisso de cuidar e edificar a família debaixo da bênção do Senhor.

Servir a Deus em família

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por Gary Henry

 

Servir a Deus ajudará você e a sua família a enfrentar os desafios modernos

Para seus irmãos efésios, Paulo escreveu: “Portanto, vede prudentemente como andais, não como néscios, e sim como sábios, remindo o tempo, porque os dias são maus” (Efésios 5.15- 16). Quanto pior for o ambiente no qual os cristãos têm que morar, se torna mais necessário tomar cuidado e ser forte no serviço ao Senhor.

Agora nestes tempos modernos os cristãos têm idéia sobre o que Paulo queria dizer quando ele falou que os “dias são maus”. De quase todas as direções, nossa cultura ameaça nossa fé. A pessoa que leva a sério o seu relacionamento com Cristo não pode evitar ficar preocupado sobre o que espera no futuro. E para muitos de nós, a sobrevivência espiritual de nossas famílias é a preocupação maior. Os desafios modernos à família são tão mortíferos quanto reais.

A onda de promiscuidade sexual que resultou da Revolução Sexual atira contra o coração da família: o relacionamento de uma só carne, fiel e de ambos os lados entre marido e mulher. A homossexualidade promete redefinir o próprio conceito do que é uma família. O divórcio em abundância tem tornado impossível uma criança ter a certeza que o seu lar ficará unido até crescerem. Os movimentos dos direitos da criança e da paternidade social discutem que as crianças devem ser criadas pelo estado e não pelos seus pais. O aborto, o suicídio e a eutanásia têm implicações preocupantes na família. A mídia de entretenimento, o sistema educacional e o estado de bolsas financeiras todos estão arrumados contra a família tradicional. Ao todo, é um monte de forças ali que enfrentam a família de hoje.

O que podemos fazer para enfrentar estes desafios? Podemos servir a Deus fielmente nas nossas famílias! Pode ser uma idéia simples, mas é verdadeira: servir a Deus sempre tem sido a melhor maneira de nos manter fortes espiritualmente e sobrevivermos aos ataques de uma cultura hostil.

Pense, por exemplo, sobre os três amigos de Daniel. Na história familiar de Daniel 3, Sadraque, Mesaque e Abede-Nego foram fortes o suficiente a arriscarem as suas vidas ao invés de adorarem a imagem que Nabucodonosor havia colocado. Ameaçados com a morte, simplesmente disseram, “Ó Nabucodonosor, quanto a isto não necessitamos de te responder. Se o nosso Deus, a quem servimos, quer livrar-nos, ele nos livrará da fornalha de fogo ardente e das tuas mãos, ó rei” (Daniel 3.16-17). Há mais do que uma ligação de coincidência entre a força destes homens em Deus e o serviço anterior deles para Deus. Eles tinham o que era preciso para passar nesta prova porque estavam servindo a Deus mesmo antes da prova chegar.

Os mesmos princípios governam a força espiritual das nossas famílias. Se, como famílias, amamos verdadeiramente ao Senhor e ao nosso próximo (Mateus 22.37-39), se nós verdadeiramente nos entregamos ao Senhor (2 Coríntios 8.5), e se servimos “a Deus de modo agradável, com reverência e santo temor” (Hebreus 12.28), encontraremos o que for necessário para superarmos a dificuldade. Para espantar a doença espiritual e a destruição, uma família precisa de um “sistema imunológico”, e o sistema imunológico que Deus pretendia que as famílias tivessem é fortalecido dia-a-dia no processo de servi-lo. Não há atalho. Sem os recursos que são fortalecidos desta maneira, realmente não há nada que possa proteger uma família das influências devastadoras com as quais temos que lidar agora.

Em primeiro lugar, servir a Deus é o que fortalece a fé. A maioria das ameaças modernas à família surgiram de uma filosofia humanística que nega a existência de Deus. A fé que é realmente de Deus, a confiança nele pessoalmente, é o que é necessário para enfrentar estes desafios. Muito tempo atrás, João escreveu, “porque todo o que é nascido de Deus vence o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé” (1 João 5.4). Não há nenhum comprimido que podemos tomar que nos dará esta fé que vence o mundo. A fé é ganha no processo diário de servir a Deus da melhor maneira possível de acordo com o nosso entendimento.

Em segundo lugar, servir a Deus é o que constrói o caráter genuíno da pessoa interior. Os maiores perigos que as nossas famílias enfrentam hoje são aqueles que atacam o nosso ser mais interior, a nossa própria natureza como seres criados na imagem de Deus. A força que requer para lidar com tais perigos é a força de um profundo caráter piedoso. Paulo orou para que seus irmãos fossem “fortalecidos com poder, mediante o seu Espírito no homem interior” (Efésios 3.16). O caráter não é fortalecido descansando numa poltrona; é desenvolvido no trabalho ativo de servir a Deus. As famílias de hoje que esperam sobreviver a tudo que está se passando irão precisar de mais do que a força superficial daqueles que meramente falam a respeito do Senhor. Precisamos do verdadeiro caráter que vem do serviço diário, genuíno a Deus.

Em terceiro lugar, se as nossas famílias conseguirão encarar os desafios modernos, devemos gozar de relacionamentos ricos e profundos entre os membros da família. Estes relacionamentos não acontecem sozinhos, desenvolvem e aprofundam através do tempo que servimos ao Senhor. O que é verdadeiro na congregação local não é menos verdadeiro em nossas famílias físicas: a força vem “segundo a justa cooperação de cada parte” (Efésios 4.16). A maior força no mundo é a força daqueles que cresceram e ficaram fortes servindo ao Senhor juntos. Servir ao Senhor enriquece as nossas relações familiares, e fazendo isto põe nestes relacionamentos uma força que dificilmente pode chegar de outra maneira.

Acontece que servir a Deus faz mais uma coisa para nós. Nos dá coragem! Sem a coragem, estamos perdidos. Paulo encorajou aos coríntios, “Sede vigilantes, permanecei firmes na fé, portai-vos varonilmente, fortalecei-vos” (1 Coríntios 16.13) A famíla piedosa que sobrevive a cultura moderna e supera no Senhor não é aquela que se compromete covardemente com o mal. Ela corajosamente se posiciona pelo que é verdadeiro e bom. Por fim, a coragem da qual as nossas famílias precisam hoje em dia é formada nos nossos corações enquanto experimentamos a realidade de viver a vida em Cristo. Temos que fazer mais do que freqüentar os cultos da igreja; temos que “saborear” que o Senhor é gracioso (1 Pedro 2.3). Quando fizermos assim, as nossas famílias terão o tipo de poder do qual o diabo foge.

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Artigo escrito por Gary Henry e publicado no site www.ejesus.com.br .

A fé que supera limites

Publicado por Sérgio Leitão em , Princípios Bíblicos

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por Mathias Quintela de Souza

 

Exemplo de superação. Assim foi a experiência de Abraão que, pela fé, superou os limites da certeza humana, da esperança humana, do desprendimento humano e que viveu como peregrino em direção à cidade permanente cujo arquiteto e edificador é o próprio Deus!

Segundo Gálatas 3:6-7 todos os crentes são filhos de Abraão. Seguindo nas pisadas do nosso pai na fé, unimos de forma indissolúvel fé e obediência. Por isso, fazemos as obras de Abraão e demonstramos a fé que temos pelas obras que praticamos. Essa é a fé que supera limites!

A fé supera os limites da certeza humana

Pela fé Abraão saiu de entre os seus parentes para ir para um lugar que ele não conhecia. A cada passo que ele dava em obediência, Deus lhe revelava o próximo passo. Assim, ele construiu uma história de fé e obediência. Abraão tinha a promessa, tinha a Palavra de Deus. Por isso ele tinha certeza e convicção (Hb 11.1). Suas ações em obediência eram baseadas na Palavra de Deus. Essa é a base da nossa fé! Quando agimos em obediência à Palavra, Deus age!

Além do exemplo de Abraão, temos muitos outros exemplos bíblicos e da História da Igreja que nos incentivam a agir pela fé, em obediência à Palavra, ainda que não compreendamos tudo o que Deus está nos dizendo. A Bíblia ensina que a fé vem pelo ouvir a Palavra de Deus. A certeza e a convicção vêm pela prática em obediência à Palavra. Assim, a fé alcança a certeza que não é irracional, mas que está além da razão humana. É uma certeza transracional! (Mt 16.16-17; Lc 24.44-45). Pela fé ultrapassamos o domínio das possibilidades humanas para entrarmos no domínio das possibilidades divinas e sermos participantes do reino de Deus.

A fé supera os limites da esperança humana

Deus prometeu a Abraão uma descendência tão numerosa quanto as estrelas do céu e os grãos de areia que estão na praia. Mas havia esterilidade e o tempo foi passando e não nascia o filho da promessa. Quando Isaque nasceu Abraão tinha 100 anos e Sara 90 anos. Não havia mais esperança humana! Paulo explica em Romanos 4.16-24 como Abraão esperou contra esperança, se fortaleceu na fé e tornou-se o pai dos crentes! A esperança cristã está baseada nas promessas de Deus e não nos cálculos humanos! Ela atravessa o véu e está ancorada no trono da graça. Essa esperança nos dá forças para resistirmos e superarmos todos os obstáculos da caminhada cristã!

A fé ultrapassa os limites do desprendimento humano

Abrão era homem muito rico, mas a maior riqueza dele era Isaque, o filho da sua velhice, o filho da promessa. Abraão daria tudo o que tinha por Isaque. E foi Isaque quem Deus pediu. Ele abriu mão do que lhe era mais precioso! Não há verdadeira felicidade quando nos agarramos a tudo o que é provisório e passageiro. Mas esse desprendimento humano tem limites. Em Abraão, pela fé, ele foi além desses limites. Abraão se dispôs a oferecer Isaque porque a sua confiança na promessa de Deus era inabalável: cria que Deus podia ressuscitar o filho para cumprir o que havia prometido (Hb 11.19ª).

Quando abrimos mão de tudo o que é nosso, crendo na fidelidade de Deus à sua Palavra, podemos receber tudo o que Deus tem para nós. Conhecemos o Jeová-Jiré, o Deus de toda a provisão (Hb 11.19b). Quando não temos nada de nós mesmos, teremos tudo de Deus! Essa é a experiência dos crentes que seguem nas pisadas do pai Abraão!

Vencer pela fé

A caminhada de Abraão e dos patriarcas não terminou com a conquista da terra prometida (Hb 11.9-10, 13-16). “Esperavam eles uma pátria melhor, isto é, a celestial”. Que visão! Com eles, somos peregrinos em direção à nova Jerusalém. Não podemos retroceder (Hb 10.38-39). Somos como atletas que correm no estádio tendo como espectadores todos os que venceram pela fé, como nuvem de testemunhas. Eles torcem por nós porque dependem também da nossa vitória para que recebam o galardão. Portanto, vencer ou vencer!

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Mathias Quintela de Souza é Mestre em Missiologia pela Faculdade Teológica Sul Americana (FTSA). Texto publicado no site www.institutojetro.com.br .