Casal de “bobos”

Publicado por Sérgio Leitão em Casamento, Família, , Relacionamento

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Com alguma frequência minha esposa é chamada de boba por algumas pessoas que não concordam com a sua forma de ser esposa e mãe.

Para aqueles que pensam segundo os padrões da sociedade moderna, eu também estou no rol dos esposos considerados “bobos”.

Portanto, assim como outros casais que conhecemos, somos um casal de “bobos”!

Mas, por que somos “bobos”? O que é uma esposa “boba”? O que caracteriza um esposo “bobo”?

Segundo os “sabidos”, as esposas “bobas” são aquelas que cuidam da casa com dedicação, preparam as refeições, arrumam o ambiente e dispensam atenção ao esposo e filhos.

As esposas “bobas” são submissas aos esposos, entendendo que eles foram responsabilizados por Deus para serem cabeça da esposa, conforme o ensino bíblico: “Porque o marido é a cabeça da mulher, como também Cristo é a cabeça da igreja…” – Efésios 5:23.

As esposas “bobas” deixam de usar aquela roupa que seus esposos percebem ser inconvenientes.

As esposas “bobas” não exigem de seus esposos mais do que sabem que eles podem fazer pela família.

As esposas “bobas” não dão ouvidos ao movimento feminista, que prega a emancipação da mulher.

E os esposos “bobos”? Os esposos “bobos” são aqueles que amam suas esposas, obedecendo ao mandamento do Senhor: “Vós, maridos, amai vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela.” – Efésios 5:25.

Os esposos “bobos” respeitam suas esposas, procurando tratá-las com mansidão. Eles prezam pela convivência pacífica da vida conjugal. 

Os esposos “bobos” investem na família, procurando oferecer o melhor à esposa e filhos.

Os esposos “bobos” não desejam ter outra mulher, pois consideram suas esposas como querem ser considerados.

Os esposos “bobos” não perdem noites em farras com os amigos, pois valorizam a vida comum do lar, ao lado das esposas e filhos.

Agora, o que é mais interessante: As estatísticas mostram que as esposas e esposos que não são “bobos” têm uma péssima convivência, criam filhos mal preparados para a vida, são pessoas infelizes, e caminham rumo à separação.

Portanto, prefiro ter uma esposa “boba” e ser um esposo “bobão”.

Acredito que o mundo seria bem melhor com mais casais de “bobos”.

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Fonte: Texto de Pr. Isaías Alexandria Costa – isaias.alexandria@gmail.com.

Família – Instituição divina

Publicado por Sérgio Leitão em Casamento, Família, Liderança, Relacionamento

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“Por isso, deixa o homem pai e mãe e se une à sua mulher, tornado-se os dois uma só carne”. Gênesis 2.24

Rui Barbosa afirmou: “família é a célula mater da sociedade”. John MacArthur escreveu: “Talvez sejamos testemunhas da morte da célula básica de toda a civilização, a família”. Quando Deus instituiu a família visou ao homem e a sua esposa oportunidade de prazer, convívio mútuo e meio de procriação, uma forma de se multiplicar.

A família é de fato a primeira sociedade da qual se faz parte. Ela é a mais importante. A única que tem laços indissolúveis. Nela se vive a maior parte da existência. Nela se pode desenvolver talentos naturais e dons espirituais.

À família cabe a educação primeira dos filhos, o ensinar as primeiras letras e o dar os primeiros passos. É ela quem solidifica os valores éticos e morais e é nela que se aprende sobre o valor das coisas espirituais.

Talvez seja por isso que o diabo ataca tão ferozmente à família. Ele, mais do que qualquer outro, sabe que destruída a família, a sociedade se desfará automaticamente. Por isso não poupa nenhum esforço em solapar os alicerces éticos, morais e espirituais sobre os quais está alicerçada. John MacArthur comenta que os “Sinais do declínio da família são abundantes e evidentes à nossa volta. Numerosos fatos confirmam o amargo prognóstico. Quase não há necessidade de citar estatísticas”.

MacArthur afirmou que “Nestes últimos quarenta anos, desfilam continuamente diante de nós os sinais do colapso da família: divórcio, revolução sexual, aborto, esterilização, delinqüência, infidelidade, homossexualidade, feminismo radical, o movimento dos direitos das crianças, ao lado da banalização dos lares de pais solteiros, o declínio da família nuclear; e outros sinais semelhantes. Assistimos ao entrelaçamento de uma intrincada corda que acabará por estrangular a família até a morte”.

Grande é a responsabilidade da igreja e maior ainda da família cristã, pois pesa o compromisso de ser fiel a Deus e a sua palavra. Quanto maior for o estrago na sociedade, maior o dever de manter firmes as estacas, de ter os mourões bem fincados, de ter sólido o alicerce sobre o que se mantém firme a família.

Segundo MacArthur isso é possível, ainda que haja uma orquestração diabólica para destruir a família, existem pessoas preocupadas com a sua destruição e dispostas a pagar o preço da restauração, ele afirma: “Felizmente, as vozes que clamam por essas alternativas orwellianas para a família ainda são minoria. Até mesmo os sociólogos seculares, em sua maioria, avaliam o declínio da família como absoluto desastre. Muitos concordam que a família é um bloco fundamental na construção da sociedade civilizada, e admitem livremente que, se a família não sobreviver – e prosperar – como instituição, a autodestruição da sociedade pode não estar muito longe”.

Com a convicção de que a família é bênção de Deus, pois ele a instituiu para o bem do seu povo e para a sua própria glória, que todo o esforço seja feito para a preservação saudável da mesma.

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Fonte: Texto de Carlos Henrique, extraido do site www.mackenzie.com.br.

Famílias sobre os escombros

Publicado por Sérgio Leitão em Família, Liderança, Pais e Filhos, Relacionamento

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As cenas são cruéis. Chile, Haiti, Angra dos Reis, São Paulo, Rio de Janeiro, Estados Unidos, Europa, Ásia… Sobreviventes sob os escombros após vários dias sem água e comida. Outras imagens chocantes mostram os efeitos da chuva, do frio, do calor e de violências de todo o tipo. Quem analisa os fatos com a perspectiva bíblica sabe tratar-se do cumprimento das profecias da Palavra de Deus.

Mas, que ligação isso pode ter com relacionamentos e vida familiar?

Se me permitem fazer um paralelo, a família, como instituição, tem enfrentado terremotos, vendavais e ataques terroristas e muita gente está vivendo sob escombros relacionais, na complexidade tumultuada da vida familiar.

Desde o Éden, o primeiro casal foi vítima das artimanhas do inimigo. A instituição familiar é o alvo do diabo, através de ataques diretos e, principalmente, pela pressão exercida através dos valores distorcidos vividos pela sociedade, onde o dinheiro, o sexo e o poder são o tripé que sustenta o sistema mundano.

É um dilema ser um cidadão dos céus e viver diariamente com a cultura de um povo, que despreza os valores do Reino de Deus. O desafio é não ser seduzido pelo brilho e o fascínio dos banquetes de sensualidade das fontes poluídas de um pensamento secular, que divorciou-se dos absolutos da Palavra de Deus.

O perigo é quando nos amoldamos a uma cultura maligna, sem perceber que estamos flertando com o conteúdo proposto pela maior parte da mídia, que divulga, avaliza e incentiva o comportamento pecaminoso, inclusive nas nossas famílias. Isso acontece de forma lenta, gradual, sutil, persistente e tremendamente dominadora. Nada mais sedutor que aquilo que nos agrada aos olhos e mexe com os nossos desejos mais íntimos.

Quem estabelece relacionamentos sob essas influências vive em área de risco de tremores e desabamentos. E, exatamente como acontece com os cidadãos que vivem em locais perigosos, que oferecem resistência em aceitar as mudanças propostas pela Defesa Civil, o paralelo espiritual é verdadeiro. Apesar de ver a família dividida e desestruturada, muitos teimam em viver a penosa agonia da iminente destruição.

Não é por acaso que Deus afirma que “a terra se contaminou” (Lv 18.25) e determinou ao povo de Israel que não assumisse o jeito de viver dos povos ao seu redor (Lv 18.25), nem absorvesse as práticas dos seus contemporâneos. “Portanto, guardareis a obrigação que tendes para comigo, não praticando nenhum dos costumes abomináveis que se praticaram antes de vós, e não vos contaminareis com eles. Eu sou o SENHOR, vosso Deus.” (Lv 18.30).

Infelizmente, o que se vê hoje, inclusive nas igrejas, são jovens e adolescentes que estão deixando de namorar para “ficar”. Isso significa dizer que estão sendo apanhados pela lascívia e erotização que parece não ter limites. Há ainda aqueles, de todas as idades, que passam horas assistindo a programas que enaltecem o adultério, o homossexualismo, o ocultismo, a promiscuidade e todo o tipo de falcatrua. Não há como ficar exposto a tanto lixo e não ficar enlameado. São bases de areia que, cedo ou tarde, não subsistirão às crises e temporais que atingem a todos os seres humanos. Existem pessoas que foram seduzidas pelo comodismo, pela frieza e indiferença e se acostumaram, se integraram ao cotidiano do grupo. Se deixam levar pela falsa idéia de que nada faz mal, tá tudo certo, o tempo conserta tudo.

Outros trocam de parceiro por motivos banais e se cercam de argumentos filosóficos que amparem seu comportamento repreensível. Muitas crianças inocentes estão sofrendo com a destruição dos seus lares. Pessoas estão caindo na tentação da infidelidade conjugal, deixando um rastro de corações partidos, esperanças e vidas despedaçadas.

Será possível manter bons relacionamentos mesmo sob os escombros das famílias desajustadas e das nossas próprias ambiguidades?

O profeta Daniel foi desafiado a viver em uma cultura sedutora, sem ser seduzido por ela (Dn 1). É a perspectiva cristã de ser sal no meio da podridão moral: Viver uma vida genuinamente revolucionária, como foi a de Jesus. Certa vez perguntei a um político se ele achava que se os policiais ganhassem mais, a corrupção diminuiria. A resposta foi surpreendente: “Não! Corrupção tem a ver com caráter. Não importa o quanto se ganhe, se não for uma pessoa de caráter será corrupta do mesmo jeito.” Esse pensamento está de acordo com os ensinamentos de Jesus: “Quem é fiel no pouco é fiel no muito” (Lc 16.10). A oferta pode ser tentadora, mas o nosso compromisso deve falar mais alto. Nosso posicionamento diante do vendaval contra a família será fruto da firmeza do nossa decisão. Daniel determinou em seu coração não contaminar-se (Dn 1.8).

É momento de avaliar a condição dos fundamentos da própria casa. É preciso ficar atento à postura de pensar que está tudo bem ou que não precisamos de ajuda, ou imaginar que a nossa família está imune ao perigo. Quem enfrenta situações de risco não pode ficar inerte, nem “jogar a toalha”, como se a vida relacional já tivesse acabado debaixo dos escombros. É preciso dar sinal de vida, pedir ajuda, gritar. Não é preciso simular uma situação de bonança, quando há temporal. Pode ser que dê para sobreviver por um tempo, mas o oxigênio pode estar acabando, a vitalidade pode estar no fim. É preciso que o socorro seja feito com urgência.

A boa notícia é que a providência está chegando. Deus afirma “Clama a mim e responder-te-ei…” (Jr 33.3). Nos erros e acertos Jesus está conosco. Somos encontrados por Deus em nossos relacionamentos. Nas situações mais improváveis é que o milagre surgirá. Por mais que a família esteja desajustada, que haja sérias falhas de caráter, Deus continua acreditando e investindo em nós, como fez com Jacó e a família da promessa, que diante de mentiras, traições, brigas e mundanismo, teve a oportunidade de experimentar a restauração divina (Gn 32.28).

As histórias da Bíblia falam a nós, em nosso tempo. O mesmo Deus que prometeu a Abraão abençoar “todas as famílias da terra” (Gn 12.3), é um Deus que se associa com pessoas muito imperfeitas. Essa revelação é uma chama de esperança a quem tinha sido dado como morto. Os traços do caráter de Jacó, estão psicologicamente muito presentes em nós. Apresentamos as mesmas fraquezas, anseios, ambiguidades, necessidades, desejos e, ao mesmo tempo, o potencial para uma busca apaixonada pela sobrevivência, pela vitória, pela benção, pela solução, pela resposta, pelo resgate. É nessa busca, nessa fé, que vamos experimentar as soluções do Criador para a recriação do que parecia sem chance alguma.

Que isso sirva de aviso ou chamada de atenção aos pastores e líderes da urgência de buscar àqueles que estão minguando à nossa volta – debaixo de escombros relacionais.

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Fonte: Texto do Pr. Jairo Ribeiro extraído do site www.clickfamilia.org.br

A arte de amar minha família

Publicado por Sérgio Leitão em Casamento, Família, Liderança, Pais e Filhos

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Dificilmente haverá outro desafio na vida que comece com tantas esperanças e expectativas e que atualmente termine em tantos fracassos e decepções como o desafio de amar alguém. Por que as pessoas fazem tantos sacrifícios por amor, sofrem, choram, sonham muito ou abandonam muitos sonhos tudo pelo desejo de amar e de ser amado? É fato que estamos vivendo um momento em que o “amor de muitos esfriou”. As pessoas em geral banalizam o amor e o casamento.

O amor é muito mais do que um sentimento, é uma atividade, implica em atitude, em ação. E a característica básica dessa ação é o dar, e não o receber. Dar implica em ser privado de algo, se sacrificar (Jo 3.16).

Outra característica do amor é cuidado. É preocupação com cada detalhe da vida do outro, é estar atento às suas necessidades, sonhos, desejos. Quem cuida está sempre alerta, atento ao que o outro pensa, fala, age. Cuidar é trabalhar pelo e para o outro. É sentir-se responsável por alguém e estar disposto a responder positivamente às necessidades desse outro, principalmente as emocionais.

Amar envolve respeito: não é ter medo, temor do outro, o significado de respeito vem da sua raiz (respicere = olhar para), ou seja, a capacidade de ver uma pessoa tal como ela é, na sua individualidade e singularidade. É querer que a pessoa amada cresça e se desenvolva por si mesma, por seus próprios modos, e não com o fim de servir-me. Se amo alguém, aceito-a tal como ela é, e não trabalho para que ela seja como eu necessito que ela seja.

Por fim, quando amo alguém desejo conhecê-lo cada vez mais. Cuidar e respeitar uma pessoa não é possível sem conhecê-la. O quarto elemento do amor, conhecimento, só é possível quando me disponho a sair da periferia e penetrar no mais íntimo do outro! Quem ama conhece profundamente!

Amar, portanto, nosso cônjuge e filhos não é fácil, pois como vimos, amar é muito mais do que dizer “eu te amo”. Amar dá trabalho, leva tempo e exige de nós uma disposição intensa em doar o melhor de nós para o outro. O melhor de nosso carinho, do nosso tempo, dos nossos pensamentos, dos nossos desejos, enfim o melhor de nós mesmos. A semelhança de nosso Pai Celeste é exatamente isso que precisamos fazer por quem amamos. Que Deus aperfeiçoe esse amor em nós.

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Fonte: Extraído do site do Ministério Espaço Amor à Família, escrito por  Pr. João Paulo Bandeira e psicóloga Márcia Bandeira.  

Esvazie a lixeira!

Publicado por Sérgio Leitão em Curiosidade, Família, Liderança, Pais e Filhos, Relacionamento

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Bebês são o maior barato. Com eles, visitamos os extremos da vida: num momento você pira, logo depois morre de rir. Minha filha adrenalizada acaba de guardar os 5 controles remotos no cesto de roupa-suja na lavanderia. Pior é que ainda descobrimos 3 mamões-papaya na caixa plástica dos brinquedos e 4 havaianas dentro do balde na área de serviço. De onde esta maluquinha tirou a idéia de guardar tudo que é avulso em qualquer recipiente ao seu alcance? (Temo um dia pescar meu I-Phone no vaso sanitário!) E por que são assim? Sei lá! Bebês são o maior barato.

Outra coisa que me encanta – e espanta – é a absurda maturidade que eles têm para não guardar ressentimentos. Esquecem qualquer coisa com a mesma facilidade com que desviam a atenção pro outro lado. Nesta fase, de 12 a 15 meses, os especialistas em desenvolvimento infantil definem: “se não dá pra ver, não existe!” Isto é, só o que está ao alcance do olhar faz parte da sua vida – já que a memória é incrivelmente volátil retendo poucos segundos do que acabou de ocorrer. Por isso, as crianças nos obrigam reverenciá-los por privilégios assim. Um firme “não pode!” é imediatamente deletado do coração com um simples canudinho entregue nas mãos (minha filha é a maior fissurada por canudos no mundo!).

E nós? Com o cérebro mais desenvolvido, nosso HD de quase 80 tera-anos  guarda um montão de coisas que, simplesmente, deveriam “não existir mais” porque “não dão pra ver mais”. Crianças dormem sonos de anjos, e nós nos corroemos com insônias envenenadas de mágoas. Surgem rugas de preocupação com o futuro e costas corcundas pelo peso das decepções do passado. Como dizem por aí, “as lembranças, hoje em dia, são a única coisa que um cirurgião plástico não consegue remover com bisturi a laser”. Pura verdade! Tem muita gente na escravidão de sua própria senzala mental, e vira-e-mexe são açoitados por momentos de raiva ou depressão.

Nesta semana, ouvi algo interessante: na vanguarda de nossos dias, todos acabam entendendo um pouco de computador, e um dos cliques mais comuns para qualquer habitante do ciberworld é apertar “delete” jogando coisas indesejáveis na lixeira. Tudo que não serve vai pra lá: fotos feias, vídeos antigos, arquivos em desuso, textos sem graça (espero que não do www.paicoruja.eu!!), enfim, se é mega-inútil vai já pra lixeira!

O problema é que mesmo neste lixão virtual cada byte continua intacto ocupando o disco rígido indefinidamente. Sua área de trabalho se vê livre de ícones e arquivos, mas o computador permanece delegando espaço para trazê-los de volta a qualquer momento – é só “restaurar”, e pronto, tudo utilizável novamente. Pra se ver livre do conteúdo de uma vez? Só acionando o comando “esvaziar lixeira” e, após confirmar outra vez a intenção, daí sim, HD esterilizado de mega-bobeiras para sempre (junto com uma “trilha musical” ridícula de papel amassando, já ouviu?).

Esvaziar a lixeira. Este é o problema! O supercomputador do nosso cérebro cisma em acumular gigas – e mais gigas-lembranças – intoxicadas de emoções nocivas e ressentimentos torturantes. A rotina do dia-dia, através do tempo, até joga na lixeira do passado, mas enquanto não sepultarmos no esquecimento, de repente, tudo pode voltar à tona delineando um presente infeliz.

Quer viver mais em paz? Esvazie a lixeira! Esqueça! Ou seja, deixe o que passou no passado e liberte-se do ontem cinzento. Não dá pra ter um estilo de vida com qualidade sendo manipulado pelo algoz cadavérico da memória emocional negativa. Lembre-se da lua-de-mel na Disney, mas pra quê recordar a briga durante uma fila por lá? Não esqueça o elogio do chefe pavimentando a promoção sonhada, porém dá pra apagar a imagem dos olhos-tortos com seus cotovelos doídos? Por que minimizar a amizade de tantos anos maximizando um único momento de nervos aflorados? Deixe disso! Esvazie a lixeira.

Só agora, como pai-coruja, compreendo melhor o que o Mestre avisou de maneira enigmática: “e quem não receber o reino de Deus como uma criança, de maneira alguma entrará nele” (Marcos 18:17). Em seguida, os discípulos emudecidos deixaram uma creche inteira subir no colo dEle. Por que isso? Ora, o Rei queria escancarar de maneira prática o visto no passaporte para o desembarque no Seu Reino: esquecer, e ir adiante! Homens de sucesso adquirem, não facilmente, a habilidade de superar o passado e seguir em frente. Exatamente como minha filha, que acaba de se levantar do enésimo tombo, só hoje, e já está sorrindo distraída com um ímã de geladeira.

Enquanto saio pra correr de manhã, tenho lapidado meu inglês com um audiobook  intitulado “The Hands-off Manager”, de Steve Chandler (algo como O Gerente de Mãos Desligadas). Recentemente, o autor me fez parar na pista, afirmando: “os outros não nos fazem mal, mas o que pensamos sobre o que os outros nos fazem, isto sim, é o que nos destrói”. Enquanto eles seguem seus caminhos, nós ficamos devastados com interpretações tão corrosivas quanto eternas. Na grande maioria das vezes, chafurdamos ressentidos ao mesmo tempo em que agressores alheios tocam suas vidas em berço esplêndido. Eles com sorrisos, e nós com olheiras. Quanto mais focarmos nas interpretações subjetivas, mais nutriremos uma auto-decepção, e maior força terá o passado sobre nós. É como um refém da areia movediça se esperneando na proporção do afundamento cada vez pior. Não tem super-herói no universo capaz de usar sabiamente seus super-poderes com uma mente auto-destrutiva – e o que dizer de nós, na categoria de pobres mortais?

O maior sábio do Antigo Testamento alertou: “porque como imaginas em tua alma assim és” (Provérbios 23:7). Bebês são o maior barato porque é nossa mente adulta que custa caro. A imaginação negativa acaba materializando assombrações inexistentes e fabricam-se atitudes contra ações que podem nem ter existido. Ou seja, as pessoas não são o problema, é o registro guardado a sete chaves da nossa análise unilateral do fato que atrapalha nossa paz. Não se desgaste à toa. Persistir incinerado por uma ofensa apenas consolidará o prejuízo sobre o único perdedor – você!

Há poucos dias fui um péssimo exemplo – levei uma rasteira de mim mesmo (é sempre patético tropeçar nos próprios pés). Alguém falou pra alguém que ouviu de alguém a observação de alguém sobre a crítica de alguém a meu respeito. TODOS estes “alguéns” não estavam nem aí pra sequer um fio de cabelo da minha costeleta enquanto eu, petrificado pela mágoa, ocupava um assento cativo na primeira fila do teatro de horror da autocomiseração. E o que tudo isso custou pra mim? Perdi deliciosos momentos com minha esposa, desprezei incalculáveis travessuras com minha filha, agi feito zumbi também assombrando outros e, sem perceber, alistei-me na mesma categoria destes “alguéns” – desconfiando, interpretando e acusando.

Foi quando num salto libertei-me do pesadelo. “Quer saber? Isto não é assassinato, na verdade, é suicídio emocional!”, pensei resignado. Ninguém no universo machuca mais do que as próprias preocupações beliscando a alma. E o pior? (Ou melhor?) Tempos depois descobri que a fumaceira não tinha fogo, sendo apenas uma neblina que já nos primeiros raios de sol desapareceu covardemente.

Esquecendo-me das coisas que para traz ficam…” (Filipenses 3:13a) Quem sabe precisemos aprender na volta às fraldas! Caiu? “Olha o carrinho vermelho ali, filho!” Tropeçou? “Toma um Lego aqui, pra se distrair”. Machucaram você? “Pega um canudinho, princesa!” E, acima de tudo, siga adiante. Sempre. “…Avançando para as que diante de mim estão” (Filipenses 3:13b). Não seja estátua de sal olhando cacos do que ficou para trás – vá em frente! Fomos feitos para viver na plenitude da paz – de espírito, mente e corpo. Creio na superação do presente sobre as cicatrizes de um passado sonâmbulo.

E o futuro fica logo ali – carregado de esperança.

Livre.

Que tal? Aja agora mesmo. Escolha o conteúdo. Clique sem duvidar. Delete. Confirme imediatamente. Esqueça pra valer.

E seja mais feliz.

Lixeira esvaziada.

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Fonte: www.paicoruja.eu

A infidelidade conjugal também é uma maldade

Publicado por Vera Leitão em Casamento, Família, Relacionamento, Sexo e Sexualidade

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Uma das dores emocionais tida como a mais forte e devastadora é a que uma pessoa traída pelo cônjuge experimenta. Pessoas que passaram por esta experiência descrevem que foi como se uma faca tivesse atingido seu coração, partindo-o. Estudo científico feito pela Profa. Dra. Carmita Abdo do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo, publicado com o título “Descobrimento Sexual do Brasil”, revela dados alarmantes sobre o perfil de infidelidade dos brasileiros, homens e mulheres.

Nada justifica a traição num casal. Mesmo que explique, não justifica. Justificar tem que ver com provar que houve uma razão legal (dentro da lei) para o ato, ou significa tratar como justo um comportamento ou ainda provar a existência de um motivo legítimo para o ato realizado. Trair não é justo.

O cônjuge que trai age injustamente. O cônjuge traído talvez tenha sido injusto no sentido de ter privado o outro de atenções, sexo, diálogo, companhia, etc. Ambos, traído e traidor, geralmente têm culpa no caso de uma infidelidade no casamento. Na verdade, não há um carrasco e uma vítima. Ambos erram.

Há casos em que o traidor age com traição de maneira muito injusta, sendo, assim, muito mais culpado da situação de dor e desmoronamento do relacionamento, tendo aberto uma ferida de muito difícil cicatrização. Há pessoas que traem porque são compulsivas sexuais cujo cônjuge não tem quase nenhuma culpa, se alguma, pelos constantes e freqüentes episódios sexuais fora de casa deste indivíduo adicto ao sexo.

Trair é uma maldade. Também. Se o cônjuge traído sempre foi fiel e fica sabendo da situação, instala-se uma dor de difícil cura. Abre-se uma ferida cheia de “pus” de ódio, tristeza, estranheza, sensação de estar casado agora com um inimigo, “sangra” muito. O que era íntimo, fica afastado; o que era confiável, fica desconfiado; o que era amigo, parece inimigo; o que era conhecido, fica estranho.

Dra. Abdo e equipe pesquisaram entre 3106 mulheres brasileiras e encontraram que as que menos traem seu marido são as do Paraná (19,3%) enquanto que as que mais traem são do Estado do Rio (34,8%). Outros Estados ficaram assim quanto à percentagem de mulheres que traem (em média): Pará 20,3%; Santa Catarina 23,3%; Mato Grosso do Sul 23,6%; São Paulo 24,1%; Bahia 25,2%; Pernambuco 26,5%; Ceará 26,7%; Goiás 27,7%; Minas Gerais 29,5%; Rio Grande do Norte 30,2% e Rio Grande do Sul 31,7%.

Quanto aos homens, os que menos traem são os do Paraná também, mas mesmo assim com índice muito alto (43%). Depois vem São Paulo com 44%; Minas Gerais 52%; Rio Grande do Sul 60%; Ceará 61% e o estado com maior número de homens infiéis é a Bahia com 64%. Ou seja, em cada 100 homens baianos casados, 64 traem suas esposas em algum momento da vida segundo este estudo da Dra. Carmita.

A prevalência de um “caso sexual” entre 6846 participantes da pesquisa mostrou o seguinte quadro: 50,6% dos homens brasileiros admitiram ter tido um “caso sexual” com outra mulher, enquanto que 25,7% das mulheres admitiram ter tido sexo com outro homem. Ou seja, em cada 100 homens casados no Brasil, 50 tiveram um “caso” e em cada 100 mulheres casadas, quase 26 também tiveram contato extraconjugal sexual. Uma lástima e uma tragédia indevidamente alimentada pela má mídia.

A internet favorece a infidelidade conjugal. Pessoas casadas frustradas em seu casamento buscam “amor” virtual. Isto mascara o problema e pode complicar as coisas. Cerca de 60% dos casos de traição virtual termina em sexo real.

Uma pessoa casada que busca erotismo na internet está maltratando seu casamento porque estará comparando injustamente seu cônjuge com uma imagem pornográfica. Da mesma forma a pessoa casada frustrada em seu matrimônio que busca romance na internet está afundando ainda mais seu relacionamento e de uma forma injusta porque é muito fácil ser “amável” virtualmente e mostrar uma imagem de incompreendida ou vítima para a pessoa no outro lado do chat. Ilusões são criadas e a coisa piora. E a verdade é que uma pessoa “interessante” também tem problemas.

A saída para evitar a infidelidade conjugal passa por diálogo sincero, humildade de ambos, marido e mulher, para aceitar dificuldades pessoais e procurar ajuda para resolvê-las, aceitar a limitação de todos os seres humanos para nos amar como sonhamos ser amados e aceitar o amor possível, parar de ter obsessão pelo outro, e aprender que homem e mulher são diferentes do ponto de vista comportamental o que produz a necessidade de aceitar as limitações pessoais e a compreensão de que o outro nunca poderá preencher todas as necessidades de cada um.

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Fonte: Texto do Dr. Cesar Vasconcelos e publicado no site www.portalnatural.org.br.

Resgatando uma geração

Publicado por Sérgio Leitão em Família, Pais e Filhos, Relacionamento

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“Nossas crianças são parte de toda uma corrente de gerações e serão impactadas por ela, para o bem ou para o mal”

A geração das crianças pertence a todos nós, e fomos comissionados para assumir a responsabilidade por elas, tendo ou não filhos próprios. Nossa primeira responsabilidade é para com as nossas próprias crianças e, então, com elas fazer diferença para crianças que não são nossos filhos por nascimento.

Todos nós temos um chamado e um destino para impactar a geração mais jovem. Somos responsáveis pelo mundo em que as crianças vivem hoje, pelas leis que são aprovadas, pela sociedade na qual estão nascendo.

Elas estão se matando nas escolas; estão tendo filhos antes de terem deixado a infância. Elas são mortas e feridas por disparos em guerras, morrem em virtude da fome e crescem não sabendo que existe um salvador que as ama e que morreu por elas.

Há uma guerra por esta geração. Muitas crianças morrem antes mesmo de começarem a cumprir o seu destino: são mortas por meio do aborto. O sacrifício de crianças ainda é praxe em alguns países, muitas são vendidas para a prostituição ou são jogadas em latas de lixo, o abuso sexual é comum e está fora de controle, e famílias são dilaceradas.

O inimigo conhece as estratégias de Deus melhor do que nós, às vezes. Ele sabe que, se puder destruir uma criança, roubará sua idade adulta e afetará as gerações após ela. Quando mata uma criança, ele impede a corrente de gerações de fluir. Quando destrói a sua infância, sabe que destruirá o restante de sua vida e de seus filhos também.

É tempo de uma geração erguer-se a favor das crianças

Esta não é uma tarefa que pode ser realizada por uns poucos, mas a responsabilidade das outras gerações é defender, proteger, resgatar, restaurar e capacitar todas as crianças para serem o que foram chamadas para serem antes da fundação do mundo (Ef 1.3-4).

Nós somos agentes de mudanças. É tempo de nossa geração levantar-se a seu favor, clamar a Deus e resgatá-las das mãos do maligno. Nenhum de nós está isento deste chamado: “uma geração por uma geração”. 

Existem crianças escolhidas que o inimigo está tentando destruir. Ele tentou destruir Moisés e Jesus, matando as crianças das gerações deles. A mãe de Samuel teve de lutar pelo nascimento dele.

Toda criança e todo jovem tem um destino, cada criança tem uma unção e para cada criança Deus tem um propósito e um plano. Quando você vê uma criança que é a mais doente, a mais levada, a mais pobre, quando você vê uma criança com problemas por todo lado, a tendência é recuar em vez de reconhecer o que está acontecendo e erguer-se a favor dela. Agarre aquela criança com todo amor que você puder dar, combata o mal com oração, jejum e amor para libertá-la. Esta é uma comissão que Deus tem dado a cada um de nós e ninguém está isento.

Uma geração pode mudar a tendência do mal da outra; uma geração pode entrar no campo inimigo e tomar outra geração de volta.

Em países nos quais existe algum respeito pelas crianças, elas não são enviadas para a guerra; a geração mais velha luta para proteger o país para o futuro delas. Assim deve ser no Reino, uma geração lutando, resgatando e conquistando a terra do inimigo e criando as crianças com os valores do Reino.

Uma geração terá de prestar contas a respeito da geração seguinte e da herança que foi deixada a ela. Você tem filhos? “Sim, você tem. Cada um tem filhos. Eles estão todos ao seu redor. Eles estão nas ruas. Eles estão na igreja. Eles são uma parte tão grande da nossa sociedade que afetam tudo o que fazemos. Comece a orar por um derramamento de Deus nas crianças em volta de você. Este é o tempo de Deus para as crianças”. Este é o tempo de colheita entre as pessoas jovens. Cada vez que você ouvir a respeito de violência envolvendo crianças na televisão, diga em voz alta: “Nossas crianças são ensinadas pelo Senhor e grande é a sua segurança e a sua paz. Amém”. (Veja Isaías 54.13.)

As crianças são a nossa geração de crianças, precisamos todos amá-las; precisamos todos orar por elas; precisamos conquistá-las, discipulá-las e dar-lhes apoio quando forem “por todo mundo”. 

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Fonte: Texto de Daphne Kirk, Jornal Atos Hoje.

A televisão: O perigo invade sua casa

Publicado por Sérgio Leitão em Curiosidade, Família, Liderança, Relacionamento

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Sabemos que a televisão é um dos mais utilizados objetos no mundo e o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística),  em sua pesquisa de mercado, diz que 98% dos lares brasileiros possuem uma ou mais televisão. Existe mais TV nos lares do que geladeira ou fogão. Oito milhões de lares brasileiros possuem TV por assinatura, isso quer dizer que quase 26 milhões de pessoas desfrutam dessa comodidade. 

Foram mais de 900 milhões de aparelhos nos últimos 40 anos que tem como inventor o escocês por nome John Baird, mas somente em 1934 que o russo Vladimir Zworykin, ao chegar aos Estados Unidos criou o iconoscópio – aparelho que permitia decompor uma imagem em milhares de pontos convertidos num sinal modulado -  surgindo as primeiras aplicações práticas.

A televisão foi criada com três princípios básicos: 1) informar; 2) divertir e 3) transmitir cultura.

Os anos passaram e esses princípios foram trocados abertamente e deturpados por: 1) Interesses comerciais 2) Malignidade existente no coração do ser humano. 3) A ação do príncipe desse mundo – Satanás – que possui somente esses interesses no ser humano: 1) Matar 2) Roubar 3) Destruir.

Para uma grande maioria de brasileiros, a única fonte de informação é a televisão, e corresponde ao dobro dos leitores de jornais e revistas. Pesquisadores em quase todos os países desenvolvidos estudam as conseqüências decorrentes do tempo que as pessoas passam em frente à telinha. Após avaliar 2.500 mil horas e mais de 2.600 programas diferentes, uma Universidade da Califórnia – USA alertou: 1) 73% das ações de violência que ocorrem na TV transmitem a criança uma sensação de impunidade; 2) Em 58% das cenas violentas as vítimas sequer sentem dores pois 47% das cenas, parecem ser de borracha porque não sangram nem aparecem ferimentos.

Estudos comprovam que principalmente crianças e adolescentes procuram imitar os maus comportamentos que a TV mostra. Outra pesquisa feita por Jô Grobel da Universidade de Utrecht, Holanda constatou que: 1) 44% das crianças que assistem à televisão têm dificuldades em diferenciar a vida real da virtual. 2) O tempo que as crianças passam vendo televisão é 50% maior que fazendo qualquer outra atividade 3) Ação de risco apresentado na mídia é chamativa e atraente para 47% das crianças. 

A TV controla a vida de milhares de pessoas, ditando a hora de dormir, tipo de alimentação e bebida da família, decoração, lazer, viagem, compras, enfim as pessoas estão aprisionadas na vida real de um sistema virtual. Aquele objeto central do nosso lar – pois está no lugar principal da casa – geralmente na sala principal e todos os sofás e cadeiras voltados para ela, como se fosse um altar de adoração. Para muitas famílias é exatamente isso, pois segundo o IBGE, o brasileiro vê em média 3,9 horas de TV ao dia. Sabe o que isso significa? Quando você estiver com 70 anos, terá sepultado no tubo de imagem da TV, 10 anos ininterruptos da sua vida. Período suficiente para tornar qualquer um em zumbi, vida aniquilada, vazia, sem afeto, criatividade desperdiçada.   

A televisão é uma máquina de destruir famílias inteiras em todos os sentidos. A média da criança semanal na frente da TV é de 21 a 33 horas. Isso é mais que o tempo que permanece na escola (cerca de 25 horas semanais). Os brasileirinhos de até 14 anos de idade chegam aos 50 milhões, isso é 32% da população brasileira e para eles se volta um mercado que movimenta bilhões de dólares por ano. A Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos, apresenta na sua página da Internet que foram vendidos em 2009 o valor estimado em 2 bilhões e 710 milhões de reais, e a TV é uma das principais fonte de propaganda. A programação está nas mãos de homens corruptos, incrédulos, amantes de si mesmos, avarentos, invejosos, amantes dos prazeres terrenos e pessoas que não querem saber de Deus nem mesmo de ouvir falar. Cada dia a concorrência entre as emissoras e a tentativa de alcançar os indivíduos dentro de seus lares, avança furiosamente. Eles não estão preocupados com seu filho, se ele está sofrendo alguma pressão psicológica ou cheio de dúvida e sem saber qual rumo tomar. Eles não estão interessados pela felicidade de sua família, nem querem saber se os conselhos em seus vários programas infernais e maléficos estão trazendo a destruição do casamento e criando com grande alvoroço a liberdade homossexual, como se fosse algo normal no seio da família. Programas feitos com segundas intenções, envolvendo uma falsa impressão de contrariedade, mas com convidados preparados para lançar sementes contra a Palavra de Deus e sua Igreja. Sementes para que a nova geração que está surgindo venha sem crer em Deus, que Jesus é o único Salvador e que o Espírito Santo é uma influencia da cabeça de alguns aproveitadores.

 ”Kosmos” o sistema do mundo daqueles que estão separados de Deus, está atuando sem descanso. O objetivo está sendo alcançado por eles, infelizmente, pois a epidemia das drogas está devastando a sociedade inteira. Todas as autoridades, em todos os segmentos, não sabem mais o que fazer, pois o “crack” está em todas as camadas sociais, destruindo vidas, famílias, comunidades e nessa corrida logo poderá alcançar o maior número de usuários da história. Tudo começa com historinhas que a criança acompanha todos os dias através da TV.  Depois é a própria TV em seus telejornais que joga toda a sujeira dentro de nosso lar e nós ainda perdemos tempo vendo e ouvindo tanto lixo e imundícia. Alguns psicólogos são pagos por grandes redes para desmentir publicamente tudo isso, dizendo que a TV faz bem e que prepara a criança para o amanhã. A TV não é o agente de educação do lar, pois isso é o papel dos pais, mas está querendo transferir essa responsabilidade para apresentadores e especialistas que não possuem vida exemplar para querer ensinar alguma coisa útil para alguém. A maioria desses artistas muda de cônjuge como mudamos de roupa e outros se declaram homossexuais e outros participantes de alguma seita satânica.  

É isso que queremos dentro de nosso lar? (Leia Ef 5.15-16; Cl 4.5 e Sl 90.12). Está na hora de tomarmos posição. Não estamos aqui para proibir a TV, mas para que você tenha forças para escolher uma programação mais íntegra possível, dentro dos padrões bíblicos. Aprenda a desligar a TV, fuja de cenas depressivas, pois são exatamente cenas como estas que está levando uma grande parte da população a depressão. Ainda há tempo para mudar!! Quem sabe seja hoje.

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Fonte: Texto do Pr. Lineas Domiciano, publicado no site www.ifamilia.com.br.

As fases da separação

Publicado por Sérgio Leitão em Casamento, Divórcio e Novo Casamento, Família, Relacionamento

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Conheça as etapas desse árduo processo e saiba como superá-las.

Por mais diferente que uma pessoa seja da outra, o processo de separação tem fases pelas quais todo mundo passa.

Listamos todas elas para você saber que o que está acontecendo – ou está prestes a acontecer – como você é normal, faz parte do processo de rompimento.

A decisão. As insatisfações se tornam visíveis. Não existe mais diálogo, companheirismo, prazer de estar junto e as discussões que eram mensais começam a ser quase diárias. Pesa-se novamente os prós e contras e decide-se adiar a ruptura, apostando no resgate da relação. O processo de decisão, por qualquer uma das partes, é lento. É assustadora a idéia de construir uma vida sozinha e triste admitir que o relacionamento acabou. Há muito medo e dúvida envolvidos, seja por questões financeiras ou emocionais. Essa fase pode ser aberta e conhecida pelo casal, se eles optam por discutir os problemas e encontrar soluções, ou silenciosa. Passa o tempo e as coisas pioram novamente, com uma carga cada vez mais insuportável. A relação se transforma numa guerra ou num tédio completo. A tensão é tanta que não há mais saída. O momento de decisão fica mais claro quando ao invés de questionar o tempo todo como está o meu casamento?, você começa a perguntar como eu estou? É hora de encarar a separação de frente, sem jogar nada sob o tapete.

A negação. Há uma fase inicial em que se começa a negar que as coisas estavam tão ruins assim. Você acha que está exagerando, jogando uma relação longa e legal pela janela por besteira, que é só uma crise que passa como as outras. A negação é comum e pode vir tanto de quem decidiu pela separação ou pelo outro. Afinal, separar é doloroso, difícil e tendemos a esquecer as coisas ruins do relacionamento para tentar aplacar a dor da ruptura. O ser humano é ambivalente e os sentimentos também. Portanto, você vai demorar um tempo para ter certeza de que tomou a decisão certa (ou se ele tomou). É possivelmente perfeito querer sair fora da relação e ao mesmo tempo sofrer um medo danado de concretizar a perda.

Fracasso. Porque o divórcio representa o fim de um projeto de vida, cujo o investimento emocional foi muito grande. Afinal, ninguém casa pensando em separar. Por mais prática e realista que seja, você sempre acha que vai ser para sempre, que vai sempre ser amada e amar aquele homem. E mais, ele conhece tudo da sua vida, é seu porto seguro e muitas vezes, seu único amigo. Você fica descrente nos relacionamentos como um todo, acha que nunca mais vai se apaixonar e casar. Acha que todos são descartáveis e nada é duradouro. E que você não é capaz de fazer alguém amá-la.

Culpa. Aparece em consequência da incapacidade que sentimos por não conseguirmos salvar esse projeto (onde eu errei, porque ele não gosta mais de mim, o que aconteceu, por que eu?).

Rejeição. Se a separação foi pedida por ele, é inevitável. Uma das coisas mais difíceis de ouvir é que você não é mais amada. A auto-estima cai, você se sente feia, desinteressante. Cuidado para não se humilhar ou transformar esse sentimento em rancor, principalmente quando ele começar a namorar de novo.

Medo. Em menor ou maior grau, sempre está presente. Medo de não conseguir ser feliz de novo, da solidão, de reconstruir a vida financeiramente e emocionalmente.

Os altos e baixos. No meio disso tudo, há dias em que você está se sentindo ótima, livre, poderosa e corajosa e dias em que não consegue dar um sorriso, acha que o mundo vai acabar, que é vítima de todo o sofrimento, a mais feia. Não se desespere. É normal. Vai chegar um momento em que os altos serão cada vez maiores que os baixos.

Manter a amizade ou querer vingança. É difícil quebrar o vínculo com quem se foi tão íntimo, amado e que te conhece tão bem. Quase impossível. O tempo cura isso e o distanciamento é inevitável, mesmo que a separação tenha sido amigável. É, acima de tudo, essencial para o recomeço da sua vida. Não fique se sentindo na obrigação de entender tudo, compreender o que ele sente, o que está acontecendo e não se culpe por ataques de ciúme e posse. Tente ser amiga, sim, mas respeite seus limites. Se você sofre ao ouvir que ele saiu com amigos, não pergunte e não procure saber.

Do lado oposto, não nutra ódio ou revanche. No fundo esses sentimentos também são a maneira, negativa, de não cortar o vínculo, um processo lento, doloroso e necessário. Melhor não falar com o ex do que ficar brigando e tramando vingança. Melhor para você.

Começar de novo. É difícil, e no começo muito desanimador. Há a excitação de cair no mundo, solteira, fazer o que quiser, decorar a casa como bem entender. Mas há o medo, a solidão, o vazio. A cama que antes tinha dois agora só tem você, coisas que estava acostumada a fazer não tem mais graça sem a companhia dele. É preciso muita coragem e estrutura emocional nessa hora. Reúna os amigos, a família, tenha sempre gente por perto para os momentos de solidão. Mas não fique empurrando os sentimentos para baixo do tapete. Devagar, vá se acostumando com o tempo que tem sozinha. Ele também é precioso.

A perda definitiva. Acontece quando o outro começa um novo relacionamento. Tristeza, acessos de ciúme e posse são inevitáveis. Afinal, ele era exclusivo seu e vê-lo com outra pessoa dói porque você inevitavelmente se compara à nova parceira e porque é um sinal definitivo – ou quase – de que você perdeu, que a relação acabou mesmo e, principalmente, que você foi substituída. 

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Fonte: Texto da jornalista Thais de Oliveira. Publicado no site www.cadadia.net.

O pastor, a noiva e a esposa

Publicado por Sérgio Leitão em Casamento, Família, Liderança, Relacionamento

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Certa vez um jovem evangelista estava enfrentando sérios problemas com a esposa. Em vez de procurar resolvê-los, preocupava-se mais com sua reputação e com a campanha evangelística que estava para realizar do que tentar reconquistar a esposa e restabelecer o relacionamento de ambos. Certo dia, quando se ajoelhou para orar acerca do grande ministério que deseja exercer para Deus, o Senhor lhe dirigiu uma pergunta muito inquietante: “Como posso confiar-lhe a minha noiva, se você não está sabendo cuidar da sua?”. Esta história narrada por Larry Lean no seu livro “Num uma hora” mostra o que pode ser uma realidade muito marcante na vida daqueles que foram chamados por Deus para ser pastor.

Às vezes, o pastor, nas melhores das intenções, dedica-se com empenho para cuidar da Noiva de Cristo e esquece de cuidar da sua esposa, do seu casamento e da sua própria família. Muitos pastores do passado, e alguns do presente, cometem esse equívoco.

Pesquisas realizadas com pastores americanos apontaram que os obreiros mais satisfeitos e produtivos no ministério eram aqueles que estavam bem em seus casamentos e relacionamentos familiares. Uma outra pesquisa, citada H.B. London Jr e Neil Wiseman, no livro “Despertando para um grande ministério”, mostrou que 33% dos pastores estavam insatisfeitos com o nível de intimidade em seus casamentos, 6% dos cônjuges destes estavam igualmente insatisfeitos e 19% tinham tido algum tipo de contato sexual impróprio com outra pessoa que não o cônjuge. A pergunta que se coloca é a seguinte: Como os próprios pastores, organizações (Ordens de Pastores e Seminários) e as igrejas podem contribuir para que os pastores estejam bem nos seus casamentos e relacionamentos familiares?

O primeiro passo deve ser dado pelos próprios pastores. Neste sentido a conscientização da importância de ser viver as recomendações de Paulo a Timóteo, especialmente o texto de 1Tm 3. 4,5,  é crucial. Um trabalho pastoral desprovido da vivência deste texto enfraquece o pastor perante seu próprio casamento e filhos como também tira-lhe a autoridade de ministrar a outros. Quando um pastor vive em harmonia com o seu casamento, cuida melhor da Noiva de Cristo. Quando vive o papel de um pai amoroso e amigo, tem melhores condições de cuidar dos filhos de Deus. Em fim, quanto mais o pastor viver uma vida familiar saudável melhor trabalho fará com a família da fé que é a igreja.

Pastores precisam se conscientizar que o casamento deve ser alimentado cotidianamente, seja através de palavras e atos. Tomar decisões de investir tempo para estar com a esposa a sós, seja num passeio diário ou semanal, nas comemorações de aniversário de casamento ou namoro são importantes para se construir uma vida conjugal saudável.

Os seminários e institutos teológicos também têm um papel fundamental na vida conjugal de futuros pastores. É lá que os jovens solteiros, muitos já casados, é verdade, estão se preparando para o exercício das funções pastorais. Para tanto, a experiência positiva de obreiros que já estão nas lides pastorais deve ser compartilhas. Por que não compartilhar também os fracassos para que sirvam de alertas para os futuros pastores? Um outro caminho seria a realização de eventos, conferências e eventos objetivando o fortalecimento das famílias já constituídas que estão nos seminários, bem como dos jovens solteiros que estão por casar.

As Ordens de Pastores também podem contribuir. É raro vermos nos retiros e congressos de pastores abordagens sobre temas conjugais e familiares. Por quê? São abordados temas teológicos, eclesiológicos e administrativos, mas pouco ou quase nada sobre a importância do pastor fortalecer seu casamento e viver melhor em família. Convênios com profissionais da área de psicologia poderiam ser efetivados para o encaminhamento, com preços subsidiados, de pastores que enfrentam dificuldades nesta área. Pastores também podem passar e passam por crises conjugais! Toda a associação de classe só tem relevância quando ajuda seus associados  na capacitação constante como nas soluções dos problemas comuns da vida.

E as igrejas, o que podem fazer? Devemos trabalhar com as igrejas a idéia de que pastores precisam cuidar dos seus casamentos e filhos. Para que exigir que o pastor esteja presente em todos os eventos realizados pela igreja e suas organizações? As igrejas devem respeitar o dia em que o pastor separa para dedicar-se exclusivamente à sua esposa e filhos. Antigamente falava-se que o dia de folga  era as segundas-feiras. Hoje, na minha concepção, é uma dia extremamente inadequado. Cada um deverá escolher, em família, este dia e valorizá-lo com todas as forças. As igrejas também poderiam presentear seus pastores com uma viagem de comemoração de aniversário de casamento ou a participação em um seminário em que a vida conjugal e familiar sejam enriquecidas. 

Devemos, como crentes individualmente, orar pelo casamento daquele pastor que está nos pastoreando e ajudá-los, naquilo que estiver ao nosso alcance, para que construam um casamento saudável. 

Para terminar, concordo com  London Jr e Neil Wiseman autores do livro já citado. Dizem eles: “Um ministro não se esforça por construir um casamento sólido a fim de tornar o seu ministério mais digno de crédito ou para impressionar mais, mas para tornar-se a si mesmo e a sua esposa pessoas mais íntegras”.

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Fonte: Texto de Gilson Bifano, publicado no site www.clickfamilia.org.br.