Esvazie a lixeira!

Publicado por Sérgio Leitão em Curiosidade, Família, Liderança, Pais e Filhos, Relacionamento

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Bebês são o maior barato. Com eles, visitamos os extremos da vida: num momento você pira, logo depois morre de rir. Minha filha adrenalizada acaba de guardar os 5 controles remotos no cesto de roupa-suja na lavanderia. Pior é que ainda descobrimos 3 mamões-papaya na caixa plástica dos brinquedos e 4 havaianas dentro do balde na área de serviço. De onde esta maluquinha tirou a idéia de guardar tudo que é avulso em qualquer recipiente ao seu alcance? (Temo um dia pescar meu I-Phone no vaso sanitário!) E por que são assim? Sei lá! Bebês são o maior barato.

Outra coisa que me encanta – e espanta – é a absurda maturidade que eles têm para não guardar ressentimentos. Esquecem qualquer coisa com a mesma facilidade com que desviam a atenção pro outro lado. Nesta fase, de 12 a 15 meses, os especialistas em desenvolvimento infantil definem: “se não dá pra ver, não existe!” Isto é, só o que está ao alcance do olhar faz parte da sua vida – já que a memória é incrivelmente volátil retendo poucos segundos do que acabou de ocorrer. Por isso, as crianças nos obrigam reverenciá-los por privilégios assim. Um firme “não pode!” é imediatamente deletado do coração com um simples canudinho entregue nas mãos (minha filha é a maior fissurada por canudos no mundo!).

E nós? Com o cérebro mais desenvolvido, nosso HD de quase 80 tera-anos  guarda um montão de coisas que, simplesmente, deveriam “não existir mais” porque “não dão pra ver mais”. Crianças dormem sonos de anjos, e nós nos corroemos com insônias envenenadas de mágoas. Surgem rugas de preocupação com o futuro e costas corcundas pelo peso das decepções do passado. Como dizem por aí, “as lembranças, hoje em dia, são a única coisa que um cirurgião plástico não consegue remover com bisturi a laser”. Pura verdade! Tem muita gente na escravidão de sua própria senzala mental, e vira-e-mexe são açoitados por momentos de raiva ou depressão.

Nesta semana, ouvi algo interessante: na vanguarda de nossos dias, todos acabam entendendo um pouco de computador, e um dos cliques mais comuns para qualquer habitante do ciberworld é apertar “delete” jogando coisas indesejáveis na lixeira. Tudo que não serve vai pra lá: fotos feias, vídeos antigos, arquivos em desuso, textos sem graça (espero que não do www.paicoruja.eu!!), enfim, se é mega-inútil vai já pra lixeira!

O problema é que mesmo neste lixão virtual cada byte continua intacto ocupando o disco rígido indefinidamente. Sua área de trabalho se vê livre de ícones e arquivos, mas o computador permanece delegando espaço para trazê-los de volta a qualquer momento – é só “restaurar”, e pronto, tudo utilizável novamente. Pra se ver livre do conteúdo de uma vez? Só acionando o comando “esvaziar lixeira” e, após confirmar outra vez a intenção, daí sim, HD esterilizado de mega-bobeiras para sempre (junto com uma “trilha musical” ridícula de papel amassando, já ouviu?).

Esvaziar a lixeira. Este é o problema! O supercomputador do nosso cérebro cisma em acumular gigas – e mais gigas-lembranças – intoxicadas de emoções nocivas e ressentimentos torturantes. A rotina do dia-dia, através do tempo, até joga na lixeira do passado, mas enquanto não sepultarmos no esquecimento, de repente, tudo pode voltar à tona delineando um presente infeliz.

Quer viver mais em paz? Esvazie a lixeira! Esqueça! Ou seja, deixe o que passou no passado e liberte-se do ontem cinzento. Não dá pra ter um estilo de vida com qualidade sendo manipulado pelo algoz cadavérico da memória emocional negativa. Lembre-se da lua-de-mel na Disney, mas pra quê recordar a briga durante uma fila por lá? Não esqueça o elogio do chefe pavimentando a promoção sonhada, porém dá pra apagar a imagem dos olhos-tortos com seus cotovelos doídos? Por que minimizar a amizade de tantos anos maximizando um único momento de nervos aflorados? Deixe disso! Esvazie a lixeira.

Só agora, como pai-coruja, compreendo melhor o que o Mestre avisou de maneira enigmática: “e quem não receber o reino de Deus como uma criança, de maneira alguma entrará nele” (Marcos 18:17). Em seguida, os discípulos emudecidos deixaram uma creche inteira subir no colo dEle. Por que isso? Ora, o Rei queria escancarar de maneira prática o visto no passaporte para o desembarque no Seu Reino: esquecer, e ir adiante! Homens de sucesso adquirem, não facilmente, a habilidade de superar o passado e seguir em frente. Exatamente como minha filha, que acaba de se levantar do enésimo tombo, só hoje, e já está sorrindo distraída com um ímã de geladeira.

Enquanto saio pra correr de manhã, tenho lapidado meu inglês com um audiobook  intitulado “The Hands-off Manager”, de Steve Chandler (algo como O Gerente de Mãos Desligadas). Recentemente, o autor me fez parar na pista, afirmando: “os outros não nos fazem mal, mas o que pensamos sobre o que os outros nos fazem, isto sim, é o que nos destrói”. Enquanto eles seguem seus caminhos, nós ficamos devastados com interpretações tão corrosivas quanto eternas. Na grande maioria das vezes, chafurdamos ressentidos ao mesmo tempo em que agressores alheios tocam suas vidas em berço esplêndido. Eles com sorrisos, e nós com olheiras. Quanto mais focarmos nas interpretações subjetivas, mais nutriremos uma auto-decepção, e maior força terá o passado sobre nós. É como um refém da areia movediça se esperneando na proporção do afundamento cada vez pior. Não tem super-herói no universo capaz de usar sabiamente seus super-poderes com uma mente auto-destrutiva – e o que dizer de nós, na categoria de pobres mortais?

O maior sábio do Antigo Testamento alertou: “porque como imaginas em tua alma assim és” (Provérbios 23:7). Bebês são o maior barato porque é nossa mente adulta que custa caro. A imaginação negativa acaba materializando assombrações inexistentes e fabricam-se atitudes contra ações que podem nem ter existido. Ou seja, as pessoas não são o problema, é o registro guardado a sete chaves da nossa análise unilateral do fato que atrapalha nossa paz. Não se desgaste à toa. Persistir incinerado por uma ofensa apenas consolidará o prejuízo sobre o único perdedor – você!

Há poucos dias fui um péssimo exemplo – levei uma rasteira de mim mesmo (é sempre patético tropeçar nos próprios pés). Alguém falou pra alguém que ouviu de alguém a observação de alguém sobre a crítica de alguém a meu respeito. TODOS estes “alguéns” não estavam nem aí pra sequer um fio de cabelo da minha costeleta enquanto eu, petrificado pela mágoa, ocupava um assento cativo na primeira fila do teatro de horror da autocomiseração. E o que tudo isso custou pra mim? Perdi deliciosos momentos com minha esposa, desprezei incalculáveis travessuras com minha filha, agi feito zumbi também assombrando outros e, sem perceber, alistei-me na mesma categoria destes “alguéns” – desconfiando, interpretando e acusando.

Foi quando num salto libertei-me do pesadelo. “Quer saber? Isto não é assassinato, na verdade, é suicídio emocional!”, pensei resignado. Ninguém no universo machuca mais do que as próprias preocupações beliscando a alma. E o pior? (Ou melhor?) Tempos depois descobri que a fumaceira não tinha fogo, sendo apenas uma neblina que já nos primeiros raios de sol desapareceu covardemente.

Esquecendo-me das coisas que para traz ficam…” (Filipenses 3:13a) Quem sabe precisemos aprender na volta às fraldas! Caiu? “Olha o carrinho vermelho ali, filho!” Tropeçou? “Toma um Lego aqui, pra se distrair”. Machucaram você? “Pega um canudinho, princesa!” E, acima de tudo, siga adiante. Sempre. “…Avançando para as que diante de mim estão” (Filipenses 3:13b). Não seja estátua de sal olhando cacos do que ficou para trás – vá em frente! Fomos feitos para viver na plenitude da paz – de espírito, mente e corpo. Creio na superação do presente sobre as cicatrizes de um passado sonâmbulo.

E o futuro fica logo ali – carregado de esperança.

Livre.

Que tal? Aja agora mesmo. Escolha o conteúdo. Clique sem duvidar. Delete. Confirme imediatamente. Esqueça pra valer.

E seja mais feliz.

Lixeira esvaziada.

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Fonte: www.paicoruja.eu

No entendimento das gerações

Publicado por Sérgio Leitão em Conselhos, Curiosidade, Liderança, Relacionamento

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Não raro, adolescentes e jovens são definidos como egoístas, irresponsáveis, irracionais e facilmente irritáveis. Não raro, também, ouvimos e vemos o conflito de gerações em famílias, igrejas e nos mais variados grupos.

A Bíblia nos diz que os jovens tendem a guiar as suas vidas pelos caminhos dos seus próprios corações ou pela vista dos seus olhos (Ec 11.9), têm dificuldade em se concentrar (At 20.9), não são moderados (Tito 2.6), são insubmissos e soberbos (1 Pd 5.5), têm pouco conhecimento e bom senso (Pv 1.4), mas são curiosos (Mt 19.16), fortes (Pv 20.29), têm visões (Jl 2.28), têm a Palavra e venceram o maligno (1 Jo 2.13-14).

Ser um líder adulto de jovens e adolescentes onde o primeiro escalão hierárquico é composto por adultos não é tarefa simples, tampouco fácil. É preciso lembrar que um dia fomos jovens e questionadores. Talvez a minha facilidade seja não ter me deixado “crescer” muito e ainda ser questionador.

Hoje, com meu cérebro já desenvolvido fisicamente, deixei as coisas de menino e já não falo como menino, não sinto como menino e não penso como menino, mas faço questão de manter viva a chama que arde em todos os reformadores, em todos os que não gostam da situação atual das coisas e buscam transformar todos os lugares por onde passam (Mt 5:14).

Em nosso contexto globalizado, com rápido avanço da tecnologia, da criminalidade, principalmente na juventude e a crise de postura de muitos cristãos, se ficarmos limitados ao ensino teórico e com formato similar ao que tem sido utilizado durante séculos, a distância entre o Reino de Deus, onde as coisas acontecem, e um dos alvos desse Reino, os jovens perdidos, só aumentaria.

Como disse o missionário E. Stanley Jones: “Os valores que a igreja está guardando não são sem valor e também não são irrelevantes. Eles são os valores mais preciosos da sociedade humana atual e em qualquer época. Esses valores podem ser cobertos por formas irrelevantes e linguagem arcaica; mas despidos dessa linguagem e formas irrelevantes, eles são a posse mais relevante, preciosa e valorosa que já foi concedida à raça humana”.

Se o cantor William, do grupo musical Black Eyed Peas, conseguiu unir 20.000 fãs para apresentar uma coreografia em uma de suas músicas em um show em Chicago, imagine o que o povo de Deus poderia fazer se as suas lideranças estivessem mais abertas às novas gerações e todo o seu potencial.

Para que isso aconteça, os mais velhos precisam dar mais crédito aos mais jovens, dando oportunidades, ouvindo suas idéias, planos, projetos e visões, reconhecendo seus dons e recursos disponíveis, equipando-os, delegando tarefas e andando junto com eles. Mais que tudo, os mais velhos precisam demonstrar, através do exemplo, como deve ser um seguidor de Cristo em um contexto moderno.

Da mesma forma, os mais novos precisam reconhecer o valor da experiência dos mais velhos e que nem tudo o que eles decidem e fazem é ruim ou chato, mas muitas vezes, apenas influenciados por uma cultura eclesiástica de dois milênios de história, com pouco uso de tecnologia e pouca variação de forma e de linguagem.  E acima de tudo, precisam lembrar que os líderes são escolhidos por Deus (Rm 13) e que fizeram muitos sacrifícios e abnegações para chegar onde estão.

Os jovens precisam ter a consciência da necessidade de tempo e experiência para crescer, da necessidade de construir relacionamentos de respeito e honra, da necessidade de desenvolver a sabedoria que será somada aos conhecimentos já adquiridos e da necessidade de edificar a si mesmo sobre a Rocha para que todos percebam sua segurança e depositem neles a sua confiança.

Uma das tarefas mais difíceis para o líder é equilibrar o medo das conseqüências da imaturidade e a responsabilidade em permitir o desenvolvimento de novas lideranças. O medo dos jovens errarem e comprometerem algo importante não pode impedir o líder de apoiar pessoas jovens com capacidade de crescimento. Assim como a responsabilidade em gerar nova liderança não pode dar lugar à negligência. O líder precisa conhecer a individualidade de cada cooperador o melhor possível para auxiliá-lo e dar crédito a ele com baixa ou nenhuma perda na qualidade.

Outro fator importante é identificar o quanto de tempo e recursos todos tem gasto com estruturas humanas e o quanto tem sido investido no Reino de Deus. Muitos líderes se sobrecarregam para suprir as necessidades das estruturas, enquanto deveriam viver mais livres para servir de exemplos do amor de Cristo.

Esses líderes, sobrecarregados, demonstram aos mais jovens que, se forem dedicados ao serviço à estrutura, crescerão na mesma, serão reconhecidos, terão privilégios e uma boa parte na distribuição dos benefícios. De fato o que deveriam demonstrar é que são líderes porque são servos amorosos de pessoas que tem a mesma atitude e o mesmo sentimento humilde de Cristo Jesus (Fp 2.5-11).

Os mais jovens que vêem sua liderança servindo à estrutura, mas resistente a mostrar humildade quando precisa servir pessoas tendem a não segurar seu ímpeto de ser notados e reconhecidos. Conseqüentemente, acabam se envolvendo excessivamente em atividades eclesiásticas com foco no próprio crescimento e benefício, não na sacrificial humildade de Cristo, em benefício do próximo.

Assim como Jesus veio para os pequenos, nossos líderes precisam dar atenção às novas gerações e crescer com elas. Assim como Jesus nasceu humilde e cresceu em estatura e graça, nossos jovens precisam dar ouvidos aos mais velhos para que também cresçam em estatura e graça. Assim como Jesus se esvaziou e assumiu forma de servo, que todos nós possamos imitá-lo para combater o bom combate e transformar nosso mundo tecnológico globalizado em um mundo com menor criminalidade e cristãos mais fiéis ao seu chamado.

É com essa mente e esse coração que todos nós precisamos crescer, meditando e aplicando a Palavra, para se conhecer a sabedoria e a instrução, para se entender as palavras de prudência, para receber a instrução do entendimento, a justiça, o juízo e a equidade, para dar aos simples, prudência, e aos moços, conhecimento e bom senso (Pv 1. 2-4).

O choque entre as gerações será menor se a Palavra for usada com sabedoria e sincera submissão por todos. Talvez os jovens tenham espaço e, com suas visões, transformem a nossa realidade em algo novo, à imagem e semelhança de Cristo. Talvez os mais velhos aprendam a gostar da mudança e aprendam, também, a equilibrar as pérolas do conhecimento dos anos passados com os diamantes brutos das novas descobertas do presente.

Que o Senhor nos ajude a todos. Enfim, o anjo que estava no sepulcro vazio de Jesus era jovem (Mc 16.5) e o reino dos céus pertence aos meninos (Mt 19.14).

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Fonte: Texto de Marcelo Magalhães, publicado no site www.institutojetro.com.br.

Armadilhas dos supermercados

Publicado por Sérgio Leitão em Conselhos, Curiosidade, Finanças, Relacionamento

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O cliente não pode andar rápido:
Usualmente, você só coloca itens no seu carrinho se fizer uma breve parada, ou reduzir a velocidade ao longo dos corredores. Por esta razão, a loja faz o possível para que você pare várias vezes e tenha tempo de olhar as ofertas à sua volta. O supermercado já é desenhado tendo em vista este objetivo (bastam 2 clientes para criar um congestionamento em qualquer curva, e fazer todo mundo parar ou andar beeeeem devagar), e ainda há dezenas de truques catalogados, como os corredores de ovos de páscoa, atrações com forte apelo para crianças (um forte estímulo para famílias pararem), atrações para adultos, escadas rolantes internas, distribuição de amostras, cafezinho, etc.

Os itens que você compra com mais freqüência estão longe:
Geralmente no fundo ou na lateral da loja. Já os itens com maiores margens de lucro, que você compra por impulso ou em ocasiões especiais estão logo na entrada, e você tem que passar por vários deles até chegar à padaria, aos refrigerantes ou às frutas e verduras. E depois tem que passar por eles novamente na volta. Dupla chance para o impulso de compra acontecer!

Os itens mais procurados estão sempre no meio do corredor:
E a razão é simples: para chegar até eles, você terá que passar por um caminho maior, vendo todos os demais itens daquela seção. E a loja estará fazendo o possível para que o impulso de compra se manifeste neste caminho.

Os itens mais comprados por impulso estão próximos do caixa:
Todo consumidor passa longos minutos de tédio na fila para pagar, e a loja tenta garantir que ele tenha um bom suprimento de produtos pequenos e com alta margem de lucro ao seu redor: DVDs, revistas, chocolates selecionados (e sempre em embalagem individual), e até mesmo refrigerantes gelados, com forte apelo de consumo para quem passou uma hora arrastando um carrinho por uma área do tamanho de um estádio de futebol.

Os produtos mais caros estão na altura dos seus olhos:
Procure a prateleira das pastas de dente, ou a do sabão em pó, e compare. A marca ou tamanho com maior margem de retorno para o supermercado estarão na altura dos seus olhos. As opções econômicas tendem a estar no nível do chão, e estariam no subsolo se o lojista conseguisse dar um jeito.

A ilusão do produto “classe A”:
Produtos com maior margem de lucro muitas vezes têm como seu diferencial apenas uma idéia ou conceito, no qual você é levado a acreditar apenas porque ele vem em uma embalagem diferente, ou porque é colocado em uma “área nobre”, ou – principalmente – devido aos comerciais dele na TV. Isso não significa que não existem produtos nobres, mas sempre pare para pensar se o diferencial é real ou apenas uma ilusão.

O tamanho do carrinho:
Lojas de departamentos e supermercados procuram oferecer carrinhos de compras espaçosos, para facilitar o surgimento da sensação de que ainda há muito espaço disponível, portanto você ainda pode pegar bem mais itens. Compare os carrinhos disponíveis em hipermercados que investem pesadamente em marketing, e o do mercadinho da sua rua: é bastante provável que o do hipermercado (onde há verba disponível) seja sempre novo, de 2 andares (o dobro da área que você percebe como vazia), mais largo que o usual. Quem tem verba de marketing e pesquisa a psicologia do consumidor sabe que vale a pena investir nesta sensação.

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Fonte: Texto publicado no site www.esperanca.com.br.

A televisão: O perigo invade sua casa

Publicado por Sérgio Leitão em Curiosidade, Família, Liderança, Relacionamento

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Sabemos que a televisão é um dos mais utilizados objetos no mundo e o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística),  em sua pesquisa de mercado, diz que 98% dos lares brasileiros possuem uma ou mais televisão. Existe mais TV nos lares do que geladeira ou fogão. Oito milhões de lares brasileiros possuem TV por assinatura, isso quer dizer que quase 26 milhões de pessoas desfrutam dessa comodidade. 

Foram mais de 900 milhões de aparelhos nos últimos 40 anos que tem como inventor o escocês por nome John Baird, mas somente em 1934 que o russo Vladimir Zworykin, ao chegar aos Estados Unidos criou o iconoscópio – aparelho que permitia decompor uma imagem em milhares de pontos convertidos num sinal modulado -  surgindo as primeiras aplicações práticas.

A televisão foi criada com três princípios básicos: 1) informar; 2) divertir e 3) transmitir cultura.

Os anos passaram e esses princípios foram trocados abertamente e deturpados por: 1) Interesses comerciais 2) Malignidade existente no coração do ser humano. 3) A ação do príncipe desse mundo – Satanás – que possui somente esses interesses no ser humano: 1) Matar 2) Roubar 3) Destruir.

Para uma grande maioria de brasileiros, a única fonte de informação é a televisão, e corresponde ao dobro dos leitores de jornais e revistas. Pesquisadores em quase todos os países desenvolvidos estudam as conseqüências decorrentes do tempo que as pessoas passam em frente à telinha. Após avaliar 2.500 mil horas e mais de 2.600 programas diferentes, uma Universidade da Califórnia – USA alertou: 1) 73% das ações de violência que ocorrem na TV transmitem a criança uma sensação de impunidade; 2) Em 58% das cenas violentas as vítimas sequer sentem dores pois 47% das cenas, parecem ser de borracha porque não sangram nem aparecem ferimentos.

Estudos comprovam que principalmente crianças e adolescentes procuram imitar os maus comportamentos que a TV mostra. Outra pesquisa feita por Jô Grobel da Universidade de Utrecht, Holanda constatou que: 1) 44% das crianças que assistem à televisão têm dificuldades em diferenciar a vida real da virtual. 2) O tempo que as crianças passam vendo televisão é 50% maior que fazendo qualquer outra atividade 3) Ação de risco apresentado na mídia é chamativa e atraente para 47% das crianças. 

A TV controla a vida de milhares de pessoas, ditando a hora de dormir, tipo de alimentação e bebida da família, decoração, lazer, viagem, compras, enfim as pessoas estão aprisionadas na vida real de um sistema virtual. Aquele objeto central do nosso lar – pois está no lugar principal da casa – geralmente na sala principal e todos os sofás e cadeiras voltados para ela, como se fosse um altar de adoração. Para muitas famílias é exatamente isso, pois segundo o IBGE, o brasileiro vê em média 3,9 horas de TV ao dia. Sabe o que isso significa? Quando você estiver com 70 anos, terá sepultado no tubo de imagem da TV, 10 anos ininterruptos da sua vida. Período suficiente para tornar qualquer um em zumbi, vida aniquilada, vazia, sem afeto, criatividade desperdiçada.   

A televisão é uma máquina de destruir famílias inteiras em todos os sentidos. A média da criança semanal na frente da TV é de 21 a 33 horas. Isso é mais que o tempo que permanece na escola (cerca de 25 horas semanais). Os brasileirinhos de até 14 anos de idade chegam aos 50 milhões, isso é 32% da população brasileira e para eles se volta um mercado que movimenta bilhões de dólares por ano. A Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos, apresenta na sua página da Internet que foram vendidos em 2009 o valor estimado em 2 bilhões e 710 milhões de reais, e a TV é uma das principais fonte de propaganda. A programação está nas mãos de homens corruptos, incrédulos, amantes de si mesmos, avarentos, invejosos, amantes dos prazeres terrenos e pessoas que não querem saber de Deus nem mesmo de ouvir falar. Cada dia a concorrência entre as emissoras e a tentativa de alcançar os indivíduos dentro de seus lares, avança furiosamente. Eles não estão preocupados com seu filho, se ele está sofrendo alguma pressão psicológica ou cheio de dúvida e sem saber qual rumo tomar. Eles não estão interessados pela felicidade de sua família, nem querem saber se os conselhos em seus vários programas infernais e maléficos estão trazendo a destruição do casamento e criando com grande alvoroço a liberdade homossexual, como se fosse algo normal no seio da família. Programas feitos com segundas intenções, envolvendo uma falsa impressão de contrariedade, mas com convidados preparados para lançar sementes contra a Palavra de Deus e sua Igreja. Sementes para que a nova geração que está surgindo venha sem crer em Deus, que Jesus é o único Salvador e que o Espírito Santo é uma influencia da cabeça de alguns aproveitadores.

 ”Kosmos” o sistema do mundo daqueles que estão separados de Deus, está atuando sem descanso. O objetivo está sendo alcançado por eles, infelizmente, pois a epidemia das drogas está devastando a sociedade inteira. Todas as autoridades, em todos os segmentos, não sabem mais o que fazer, pois o “crack” está em todas as camadas sociais, destruindo vidas, famílias, comunidades e nessa corrida logo poderá alcançar o maior número de usuários da história. Tudo começa com historinhas que a criança acompanha todos os dias através da TV.  Depois é a própria TV em seus telejornais que joga toda a sujeira dentro de nosso lar e nós ainda perdemos tempo vendo e ouvindo tanto lixo e imundícia. Alguns psicólogos são pagos por grandes redes para desmentir publicamente tudo isso, dizendo que a TV faz bem e que prepara a criança para o amanhã. A TV não é o agente de educação do lar, pois isso é o papel dos pais, mas está querendo transferir essa responsabilidade para apresentadores e especialistas que não possuem vida exemplar para querer ensinar alguma coisa útil para alguém. A maioria desses artistas muda de cônjuge como mudamos de roupa e outros se declaram homossexuais e outros participantes de alguma seita satânica.  

É isso que queremos dentro de nosso lar? (Leia Ef 5.15-16; Cl 4.5 e Sl 90.12). Está na hora de tomarmos posição. Não estamos aqui para proibir a TV, mas para que você tenha forças para escolher uma programação mais íntegra possível, dentro dos padrões bíblicos. Aprenda a desligar a TV, fuja de cenas depressivas, pois são exatamente cenas como estas que está levando uma grande parte da população a depressão. Ainda há tempo para mudar!! Quem sabe seja hoje.

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Fonte: Texto do Pr. Lineas Domiciano, publicado no site www.ifamilia.com.br.

Onze perguntas feitas a Satanás

Publicado por Sérgio Leitão em Curiosidade

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Autor Desconhecido

QUEM O CRIOU?
Lúcifer:
Fui criado pelo próprio Deus, bem antes da existência do homem. [Ezequiel 28.15]

COMO VOCÊ ERA QUANDO FOI CRIADO?
Lúcifer: Vim à existência já na forma adulta e, como Adão, não tive infância. Eu era um símbolo de perfeição, cheio de sabedoria e formosura e minhas vestes foram preparadas com pedras preciosas. [Ezequiel 28.12,13]

ONDE VOCÊ MORAVA?
Lúcifer:
No Jardim do Éden e caminhava no brilho das pedras preciosas do monte Santo de Deus. [Ezequiel 28.13]

QUAL ERA SUA FUNÇÃO NO REINO DE DEUS?
Lúcifer:
Como querubim da guarda, ungido e estabelecido por Deus, minha função era guardar a Glória de Deus e conduzir os louvores dos anjos. Um terço deles estava sob o meu comando. [Ezequiel 28.14; Apocalipse 12.4]

ALGUMA COISA FALTAVA A VOCÊ?
Lúcifer: (reflexivo, diminuiu o tom de voz) Não, nada. [Ezequiel 28.13]

O QUE ACONTECEU QUE O AFASTOU DA FUNÇÃO DE MAIOR HONRA QUE UM SER VIVO PODERIA TER?
Lúcifer:
Isso não aconteceu de repente. Um dia eu me vi nas pedras (como espelho) e percebi que sobrepujava os outros anjos (talvez não a Miguel ou Gabriel) em beleza, força e inteligência. Comecei então a pensar como seria ser adorado como deus e passei a desejar isto no meu coração. Do desejo passei para o planejamento, estudando como firmar o meu trono acima das estrelas de Deus e ser semelhante a Ele. Num determinado dia tentei realizar meu desejo, mas acabei expulso do Santo Monte de Deus. [Isaías 14.13,14; Ezequiel 28.15-17]

O QUE DETONOU FINALMENTE A SUA REBELIÃO?
Lúcifer:
Quando percebi que Deus estava para criar alguém semelhante a Ele e, por conseqüência, superior a mim, não consegui aceitar o fato. Manifestei então os verdadeiros propósitos do meu coração. [Isaías 14.12-14]

O QUE ACONTECEU COM OS ANJOS QUE ESTAVAM SOB O SEU COMANDO?
Lúcifer:
Eles me seguiram e também foram expulsos. Formamos juntos o império das trevas. [Apocalipse 12.3,4]

COMO VOCÊ ENCARA O HOMEM?
Lúcifer:
(com raiva) Tenho ódio da raça humana e faço tudo para destruí-la, pois eu a invejo. Eu é que deveria ser semelhante a Deus. [1Pedro 5.8]

QUAIS SÃO SUAS ESTRATÉGIAS PARA DESTRUIR O HOMEM?
Lúcifer:
Meu objetivo maior é afastá-los de Deus. Eu estimulo a praticar o mal e confundo suas idéias com um mar de filosofias, pensamentos e religiões cheias de mentiras, misturadas com algumas verdades. Envio meus mensageiros travestidos, para confundir aqueles que querem buscar a Deus. Torno a mentira parecida com a verdade, induzindo o homem ao engano e a ficar longe de Deus, achando que está perto. E tem mais. Faço com que a mensagem de Jesus pareça uma tolice anacrônica, tento estimular o orgulho, a soberba, o egoísmo, a inimizade e o ódio dos homens. Trabalho arduamente com o meu séquito para enfraquecer as igrejas, lançando divisões, desânimo, críticas aos líderes, adultério, mágoas, friezas espirituais, avareza e falta de compromisso (ri às escaras). Tento destruir a vida dos pastores, principalmente com o sexo, ingratidão, falta de tempo para Deus e orgulho. [1Pedro 5.8; Tiago 4.7; Gálatas 5.19-21; 1Coríntios 3.3; 2Pedro 2.1; 2Timóteo 3.1-8; Apocalipse 12.9]

E SOBRE O FUTURO?
Lúcifer:
(com o semblante de ódio) Eu sei que não posso vencer a Deus e me resta pouco tempo para ir ao lago de fogo, minha prisão eterna. Eu e meus anjos trabalharemos com afinco para levarmos o maior número possível de pessoas conosco. [Ezequiel 28.19; Judas 6; Apocalipse 20.10,15]

Medite nessa mensagem. Vejam que foi elaborada com base nos versículos bíblicos, por isso é uma ilustração da mais pura verdade.

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Fonte: Alimento da Alma, Igreja Batista das Primícias, Pr Roberto Dantas.