Atitudes de alguém que vence sempre

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“Porque ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide; ainda que decepcione o produto da oliveira, e os campos não produzam mantimento; ainda que as ovelhas da malhada sejam arrebatadas, e nos currais não haja gado; Todavia eu me alegrarei no SENHOR; exultarei no Deus da minha salvação” (Habacuque 3.17, 18).

“A minha atitude determinará o meu progresso. Ou me leva a conquista desejada ou me incapacita ao sucesso. É o combustível que me leva adiante ou abate a minha esperança. Quando a minha atitude é correta, não existe nenhuma barreira muito alta, nenhum vale muito profundo, nenhum sonho inatingível, nenhum desafio muito grande para mim.” (Charles R. Swindoll)

Não existe nada impossível para aqueles que colocam suas vidas nas mãos do Senhor Jesus. Eles têm muito mais que atitudes — têm fé. Se a caminhada é difícil, eles não desistirão em momento algum. Se os objetivos requerem determinação, essa não lhes faltará. Se os pessimistas tentam induzi-los a parar, ignoram e perseveram. Em seu íntimo existe apenas uma certeza — vão conseguir!

Esta atitude, revestida de fé, é a grande motivação de todos nós, cristãos. O nosso Deus é bom e está ao nosso lado. Ele sempre nos ajudará a vencer as lutas e obstáculos. Nada temos de temer e não haverá, jamais, motivos para que desistamos de buscar as nossas conquistas. Se for preciso sacudir o pó depois de uma queda, nós o faremos. Se for necessário saltar muralhas, nos esforçaremos. Se encontrarmos cercas impedindo a passagem, nos arrastaremos por baixo. Se o nosso sonho nos parecer muito alto, voaremos. Só uma coisa não cabe em nossas atitudes: desanimar.

Se você está encontrando dificuldades em superar seus fracassos, suas frustrações e possíveis derrotas, comece tomando uma séria atitude: olhe para o alto e peça a Deus que lhe ensine a confiar nEle. Diga-lhe que você facilmente desiste de lutar quando não obtém uma vitória imediata. Peça-lhe que renove a sua fé e fortaleça a sua esperança. Diga ao Senhor que deseja que sua vida seja transformada para que suas atitudes sejam diferentes. Você verá um novo horizonte aparecer em sua frente, começará a caminhar com mais alegria e vigor, será capaz de cair e levantar várias vezes sem se importar com os arranhões e pequenas cicatrizes que as quedas lhe deixarão.

Deixe que suas atitudes garantam suas vitórias.

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Fonte: Texto de Paulo Roberto Barbosa do Ministério para Refletir o Mundo.

O lastro

Publicado por Sérgio Leitão em Amizade, Conselhos, Pais e Filhos, Relacionamento

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Lastro é o peso usado para dar estabilidade a um objeto. Os navios carregam lastro sólido, na forma de pedras, areia ou metais. Hoje em dia, usa-se água para permitir a redução do lastro quando o navio está carregado. Quando o navio é descarregado, enchem-se os tanques para manter a estabilidade, o balanço e a integridade estrutural da embarcação.

Essa prática antiga produziu uma metáfora muito usada: “O “lastro” de uma pessoa ou de uma vida”. Diz-se que a experiência se transforma em lastro. Ou seja, esse “peso” passa a dar estabilidade à pessoa. Ela já não “aderna” com facilidade. Suporta as tempestades sem “emborcar”.

Também se diz que a família é o lastro de um jovem. Aqui, a versão moderna de lastro, que é aumentado e diminuído conforme a necessidade, é figura perfeita. Casa-se com a idéia de que o jovem, pela sua pouca experiência, precisa de mais lastro para enfrentar as crises da vida adulta. As tempestades atingem a todos, mas afundam os barcos mais leves. Também a família pode aumentar ou diminuir seu “peso” sobre um jovem, conforme perceba que ele está “navegando de forma instável”, ou que sua estrutura pode se romper.

Embora adultos tenham, em geral, o lastro da experiência, muitas vezes já não têm a família, ou esta já não funciona como tal. Nesse sentido, tanto adultos quanto jovens precisam saber onde buscar essa segurança e estabilidade para suas vidas.

Gostaria de sugerir uma importante fonte de lastro: a igreja. Ela é a segunda família. Com a diferença de que nunca desaparece, nunca se desfaz. Nossas famílias de sangue um dia se desintegram, seja por morte, seja porque nos mudamos para longe. Porém a igreja sempre estará lá, à nossa espera.

Sabemos disso. O problema é que tendemos a não considerar a igreja como família. Não aceitamos quando ela “aumenta o lastro” sobre nós. Não nos envolvemos tanto nem permitimos “aproximações exageradas”. E quando mantemos distância, quando permanecemos “visitantes assíduos”, retiramos da igreja esse elemento familiar; retiramos seu poder de estabilizar nossa vida para a hora da tempestade.

Sim, a casa edificada sobre a rocha é aquela que se constrói comunitariamente, com vinho e pão. E a imagem de uma construção, aqui, é útil: é algo que não se faz da noite para o dia. Há um longo e penoso processo de assentamento de tijolos com argamassa.

Na hora da tempestade, o “visitante assíduo” pede ajuda. E há de recebê-la, claro. Porém há uma ajuda que ninguém lhe poderá dar nessa hora: “lastro”. Não se mexe em lastro de navio em meio à tempestade.

Quanto a isso, o jovem tem as maiores dificuldades e também as maiores oportunidades. Seu lastro é pequeno, por causa da pouca experiência de vida. Mas, se começar agora, não chegará à velhice como “a palha que o vento dispersa” (Sl 1.4).

Jovem, descubra a bênção de envolver-se “até o pescoço” com sua igreja, com as pessoas da igreja. Sirva-as com perseverança, alegria e ação de graças. Parta-se como pão. Derrame-se como vinho, sem nada cobrar. Perceba que as brigas entre irmãos e a superproteção dos mais velhos são “coisa de família”. Com o tempo, você se perceberá um navio de grande calado, que não aderna com a tempestade.

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Fonte: Autor Rubem Amorese, publicado na Revista Ultimato, nº. 318.

No entendimento das gerações

Publicado por Sérgio Leitão em Conselhos, Curiosidade, Liderança, Relacionamento

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Não raro, adolescentes e jovens são definidos como egoístas, irresponsáveis, irracionais e facilmente irritáveis. Não raro, também, ouvimos e vemos o conflito de gerações em famílias, igrejas e nos mais variados grupos.

A Bíblia nos diz que os jovens tendem a guiar as suas vidas pelos caminhos dos seus próprios corações ou pela vista dos seus olhos (Ec 11.9), têm dificuldade em se concentrar (At 20.9), não são moderados (Tito 2.6), são insubmissos e soberbos (1 Pd 5.5), têm pouco conhecimento e bom senso (Pv 1.4), mas são curiosos (Mt 19.16), fortes (Pv 20.29), têm visões (Jl 2.28), têm a Palavra e venceram o maligno (1 Jo 2.13-14).

Ser um líder adulto de jovens e adolescentes onde o primeiro escalão hierárquico é composto por adultos não é tarefa simples, tampouco fácil. É preciso lembrar que um dia fomos jovens e questionadores. Talvez a minha facilidade seja não ter me deixado “crescer” muito e ainda ser questionador.

Hoje, com meu cérebro já desenvolvido fisicamente, deixei as coisas de menino e já não falo como menino, não sinto como menino e não penso como menino, mas faço questão de manter viva a chama que arde em todos os reformadores, em todos os que não gostam da situação atual das coisas e buscam transformar todos os lugares por onde passam (Mt 5:14).

Em nosso contexto globalizado, com rápido avanço da tecnologia, da criminalidade, principalmente na juventude e a crise de postura de muitos cristãos, se ficarmos limitados ao ensino teórico e com formato similar ao que tem sido utilizado durante séculos, a distância entre o Reino de Deus, onde as coisas acontecem, e um dos alvos desse Reino, os jovens perdidos, só aumentaria.

Como disse o missionário E. Stanley Jones: “Os valores que a igreja está guardando não são sem valor e também não são irrelevantes. Eles são os valores mais preciosos da sociedade humana atual e em qualquer época. Esses valores podem ser cobertos por formas irrelevantes e linguagem arcaica; mas despidos dessa linguagem e formas irrelevantes, eles são a posse mais relevante, preciosa e valorosa que já foi concedida à raça humana”.

Se o cantor William, do grupo musical Black Eyed Peas, conseguiu unir 20.000 fãs para apresentar uma coreografia em uma de suas músicas em um show em Chicago, imagine o que o povo de Deus poderia fazer se as suas lideranças estivessem mais abertas às novas gerações e todo o seu potencial.

Para que isso aconteça, os mais velhos precisam dar mais crédito aos mais jovens, dando oportunidades, ouvindo suas idéias, planos, projetos e visões, reconhecendo seus dons e recursos disponíveis, equipando-os, delegando tarefas e andando junto com eles. Mais que tudo, os mais velhos precisam demonstrar, através do exemplo, como deve ser um seguidor de Cristo em um contexto moderno.

Da mesma forma, os mais novos precisam reconhecer o valor da experiência dos mais velhos e que nem tudo o que eles decidem e fazem é ruim ou chato, mas muitas vezes, apenas influenciados por uma cultura eclesiástica de dois milênios de história, com pouco uso de tecnologia e pouca variação de forma e de linguagem.  E acima de tudo, precisam lembrar que os líderes são escolhidos por Deus (Rm 13) e que fizeram muitos sacrifícios e abnegações para chegar onde estão.

Os jovens precisam ter a consciência da necessidade de tempo e experiência para crescer, da necessidade de construir relacionamentos de respeito e honra, da necessidade de desenvolver a sabedoria que será somada aos conhecimentos já adquiridos e da necessidade de edificar a si mesmo sobre a Rocha para que todos percebam sua segurança e depositem neles a sua confiança.

Uma das tarefas mais difíceis para o líder é equilibrar o medo das conseqüências da imaturidade e a responsabilidade em permitir o desenvolvimento de novas lideranças. O medo dos jovens errarem e comprometerem algo importante não pode impedir o líder de apoiar pessoas jovens com capacidade de crescimento. Assim como a responsabilidade em gerar nova liderança não pode dar lugar à negligência. O líder precisa conhecer a individualidade de cada cooperador o melhor possível para auxiliá-lo e dar crédito a ele com baixa ou nenhuma perda na qualidade.

Outro fator importante é identificar o quanto de tempo e recursos todos tem gasto com estruturas humanas e o quanto tem sido investido no Reino de Deus. Muitos líderes se sobrecarregam para suprir as necessidades das estruturas, enquanto deveriam viver mais livres para servir de exemplos do amor de Cristo.

Esses líderes, sobrecarregados, demonstram aos mais jovens que, se forem dedicados ao serviço à estrutura, crescerão na mesma, serão reconhecidos, terão privilégios e uma boa parte na distribuição dos benefícios. De fato o que deveriam demonstrar é que são líderes porque são servos amorosos de pessoas que tem a mesma atitude e o mesmo sentimento humilde de Cristo Jesus (Fp 2.5-11).

Os mais jovens que vêem sua liderança servindo à estrutura, mas resistente a mostrar humildade quando precisa servir pessoas tendem a não segurar seu ímpeto de ser notados e reconhecidos. Conseqüentemente, acabam se envolvendo excessivamente em atividades eclesiásticas com foco no próprio crescimento e benefício, não na sacrificial humildade de Cristo, em benefício do próximo.

Assim como Jesus veio para os pequenos, nossos líderes precisam dar atenção às novas gerações e crescer com elas. Assim como Jesus nasceu humilde e cresceu em estatura e graça, nossos jovens precisam dar ouvidos aos mais velhos para que também cresçam em estatura e graça. Assim como Jesus se esvaziou e assumiu forma de servo, que todos nós possamos imitá-lo para combater o bom combate e transformar nosso mundo tecnológico globalizado em um mundo com menor criminalidade e cristãos mais fiéis ao seu chamado.

É com essa mente e esse coração que todos nós precisamos crescer, meditando e aplicando a Palavra, para se conhecer a sabedoria e a instrução, para se entender as palavras de prudência, para receber a instrução do entendimento, a justiça, o juízo e a equidade, para dar aos simples, prudência, e aos moços, conhecimento e bom senso (Pv 1. 2-4).

O choque entre as gerações será menor se a Palavra for usada com sabedoria e sincera submissão por todos. Talvez os jovens tenham espaço e, com suas visões, transformem a nossa realidade em algo novo, à imagem e semelhança de Cristo. Talvez os mais velhos aprendam a gostar da mudança e aprendam, também, a equilibrar as pérolas do conhecimento dos anos passados com os diamantes brutos das novas descobertas do presente.

Que o Senhor nos ajude a todos. Enfim, o anjo que estava no sepulcro vazio de Jesus era jovem (Mc 16.5) e o reino dos céus pertence aos meninos (Mt 19.14).

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Fonte: Texto de Marcelo Magalhães, publicado no site www.institutojetro.com.br.

Armadilhas dos supermercados

Publicado por Sérgio Leitão em Conselhos, Curiosidade, Finanças, Relacionamento

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O cliente não pode andar rápido:
Usualmente, você só coloca itens no seu carrinho se fizer uma breve parada, ou reduzir a velocidade ao longo dos corredores. Por esta razão, a loja faz o possível para que você pare várias vezes e tenha tempo de olhar as ofertas à sua volta. O supermercado já é desenhado tendo em vista este objetivo (bastam 2 clientes para criar um congestionamento em qualquer curva, e fazer todo mundo parar ou andar beeeeem devagar), e ainda há dezenas de truques catalogados, como os corredores de ovos de páscoa, atrações com forte apelo para crianças (um forte estímulo para famílias pararem), atrações para adultos, escadas rolantes internas, distribuição de amostras, cafezinho, etc.

Os itens que você compra com mais freqüência estão longe:
Geralmente no fundo ou na lateral da loja. Já os itens com maiores margens de lucro, que você compra por impulso ou em ocasiões especiais estão logo na entrada, e você tem que passar por vários deles até chegar à padaria, aos refrigerantes ou às frutas e verduras. E depois tem que passar por eles novamente na volta. Dupla chance para o impulso de compra acontecer!

Os itens mais procurados estão sempre no meio do corredor:
E a razão é simples: para chegar até eles, você terá que passar por um caminho maior, vendo todos os demais itens daquela seção. E a loja estará fazendo o possível para que o impulso de compra se manifeste neste caminho.

Os itens mais comprados por impulso estão próximos do caixa:
Todo consumidor passa longos minutos de tédio na fila para pagar, e a loja tenta garantir que ele tenha um bom suprimento de produtos pequenos e com alta margem de lucro ao seu redor: DVDs, revistas, chocolates selecionados (e sempre em embalagem individual), e até mesmo refrigerantes gelados, com forte apelo de consumo para quem passou uma hora arrastando um carrinho por uma área do tamanho de um estádio de futebol.

Os produtos mais caros estão na altura dos seus olhos:
Procure a prateleira das pastas de dente, ou a do sabão em pó, e compare. A marca ou tamanho com maior margem de retorno para o supermercado estarão na altura dos seus olhos. As opções econômicas tendem a estar no nível do chão, e estariam no subsolo se o lojista conseguisse dar um jeito.

A ilusão do produto “classe A”:
Produtos com maior margem de lucro muitas vezes têm como seu diferencial apenas uma idéia ou conceito, no qual você é levado a acreditar apenas porque ele vem em uma embalagem diferente, ou porque é colocado em uma “área nobre”, ou – principalmente – devido aos comerciais dele na TV. Isso não significa que não existem produtos nobres, mas sempre pare para pensar se o diferencial é real ou apenas uma ilusão.

O tamanho do carrinho:
Lojas de departamentos e supermercados procuram oferecer carrinhos de compras espaçosos, para facilitar o surgimento da sensação de que ainda há muito espaço disponível, portanto você ainda pode pegar bem mais itens. Compare os carrinhos disponíveis em hipermercados que investem pesadamente em marketing, e o do mercadinho da sua rua: é bastante provável que o do hipermercado (onde há verba disponível) seja sempre novo, de 2 andares (o dobro da área que você percebe como vazia), mais largo que o usual. Quem tem verba de marketing e pesquisa a psicologia do consumidor sabe que vale a pena investir nesta sensação.

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Fonte: Texto publicado no site www.esperanca.com.br.

Conselhos aos casais

Publicado por Sérgio Leitão em Casamento, Conselhos, , Relacionamento

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  1. Nunca fiquem ambos zangados ao mesmo tempo.
  2. Nunca lance em rosto um ao outro um erro do passado.
  3. Nunca se esqueçam das horas felizes de quando começaram a se amar.
  4. Nunca se encontrem sem um termo bem vindo.
  5. Nunca usem indiretas, quer estejam sozinhos ou em presença de outros.
  6. Jamais grite um com o outro, a não ser que a casa esteja pegando fogo.
  7. Procure cada um se esforçar ao máximo para estar de acordo com os desejos do outro.
  8. Seja a renúncia de si mesmo o alvo e a prática de cada dia.
  9. Nunca deixem o sol se pôr sobre qualquer zanga ou ressentimento melhor mesmo é não zangar-se!
  10. Jamais dêem ensejo a que um pedido razoável tenha de ser feito duas vezes.
  11. Nunca façam um comentário em público, que possa magoar o outro. Pode parecer engraçado, às vezes, mas fere.
  12. Nunca suspirem pelo que poderia ter sido, mas tirem o melhor partido daquilo que é.
  13. Não censurem nunca, a não ser que tenham a certeza de que uma falta foi cometida, e mesmo assim falem sempre com amor.
  14. Jamais se separem sem palavras amáveis, nas quais pensem enquanto separados. Breves palavras proferidas na manhã preenchem um longo dia.
  15. Não deixem que nenhuma falta cometida fique sem ser confessada e perdoada.
  16. Não se esqueçam que o lugar mais próximo do céu na terra é aquele em que duas almas se tornam rivais no altruísmo.
  17. Não fiquem satisfeitos enquanto não tiverem certos de que estão ambos trilhando o caminho estreito e reto, um ajudando o outro.
  18. Jamais se esqueçam que o casamento foi estabelecido por Deus e que só a sua benção pode torná-lo o que deve ser.
  19. Não permitam que esperanças terrenas os distanciem do lar eterno.
  20. Jamais deixem de regar o amor com muito carinho e afeto.

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Fonte: “Autor Desconhecido”

As preocupações do dia-a-dia rouba a fé

Publicado por Sérgio Leitão em Conselhos, , Princípios Bíblicos

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Uma das características mais maravilhosas de Jesus é que ele não deseja que seu povo viva ansioso. Ele não mantém seu Reino à custa de espíritos inquietos. Ao contrário, o objetivo do Reino de Jesus é libertar-nos das preocupações. Ele não precisa nos manter preocupados para demonstrar seu poder e sua superioridade, pois são intocáveis e invencíveis. Ao contrário, ele exalta seu poder e sua superioridade quando leva embora nossas preocupações.

Dependendo do contexto, palavras traduzidas por “cuidado”, “preocupações” ou “temor” e “ansiedade” podem revelar tanto atitudes corretas quanto erradas na vida de um cristão. O sentimento de temor é correto como uma postura de reverência a Deus em virtude de sua santidade (Is 8.13); o cuidado é positivo por ser um gesto que demonstra preocupação com os outros (1Co 12.25; 2Co 11.28).

No entanto, preocupar-se é uma conduta sempre errada, pois paralisa a fé ativa na vida da pessoa. Ao nos preocuparmos, assumimos responsabilidades que não foram dirigidas a nós. Jesus, repetidamente, ensinou: “não se preocupe” mesmo em relação às coisas básicas da vida (Mt 6.25-34).

Quando Jesus diz: “Não se preocupam com o amanhã” (Mt 6.34), ele estabelece o tipo de vida que todos desejam — sem preocupações, sem medo dos homens ou de situações ameaçadoras. Mas como, porém, Jesus espera que seu mandamento seja cumprido se tudo à nossa volta nos deixa preocupados? Jesus nos auxilia, apresentando dois tratamentos para combater a preocupação e o medo. O primeiro está relacionado à preocupação com as necessidades básicas da vida, como alimento, bebida, roupa (Mt 6. 23-4). O segundo está relacionado à preocupação com o mal que os homens podem nos causar (Mt 10.24-31). Na primeira passagem, Jesus confirma nossa capacidade de viver com alegria, mesmo sem saber como nossas necessidades serão supridas. Na segunda, Jesus nos incentiva a perseverar na causa da verdade quando alguém nos ameaça.

Todos nós somos capazes de compreender claramente a mensagem principal de Jesus em Mateus 6.25-34: “Não se preocupem”. Versículo 25: “Não se preocupem com sua própria vida”. Versículo 34: “Não se preocupem com o amanhã”. Essa, porém, é a forma negativa de apresentar a mensagem principal desses textos. Há uma forma positiva, no versículo 33. Em vez de preocupar, “busquem, pois, em primeiro lugar o Reino de Deus”. Quando pensarmos na vida, no alimento ou em roupas – ou no cônjuge, nos filhos, nos bens, no emprego, em nossa missão —, não devemos nos afligir com isso. Ao contrário, devemos pensar em Deus, o Rei, nesse momento. Jesus está dizendo: “Entreguem a situação ao seu poder majestoso e façam a vontade de Deus com a confiança de que ele estará conosco e suprirá todas as nossas necessidades. Se acreditarmos no Reino do Pai celestial, não haverá necessidade de nos preocuparmos com coisa alguma”.

A preocupação divide a mente entre pensamentos úteis e fúteis. Fontes de preocupação incluem mudanças, falta de entendimento e falta de controle de nossa vida. Preocupar-se não altera absolutamente nada (Mt 6.27); serve apenas para desviar o nosso olhar das coisas de Deus e da fidelidade e justiça divinas. Ao invés disso, desviamos nossa atenção para as coisas da vida, como bens materiais, por exemplo (Mt 6.31). A preocupação sufoca e constitui um sentimento destruidor, que corrói nossa energia e tenta elevar a força humana acima da força de Deus e dos planos divinos.

Por que temos a tendência de nos preocupar com comida e com roupa? Porque há três coisas   que perderemos se não tivermos comida e roupa: 1) Perderemos alguns prazeres. Afinal, a comida agrada ao paladar; 2) Perderemos alguns elogios humanos e olhares de admiração se não usarmos roupas bonitas, e 3) Possivelmente perderemos a vida se não tivermos alimento para comer ou roupas que nos projetam do frio. Preocupamo-nos com comida e com roupa porque não queremos perder prazeres físicos, elogios humanos nem a vida.

Jesus nos adverte quanto levar uma vida cheia de preocupações: “Se você for dominado pelas preocupações com essas coisas, deixará de ver as grandezas da vida”. A vida não nos foi concedida para o prazer físico acima de tudo, mas para algo bem maior — agradar a Deus (Lc 12.21). A vida não nos foi concedida para receber a aprovação dos homens acima de tudo, mas para algo bem maior — a aprovação de Deus (Jo 5.44). A vida não nos foi concedida para ser prolongada neste mundo acima de tudo, mas para algo bem maior — a vida eterna com Deus no futuro (Jo 3.16). Embora os filhos de Israel tenham visto Deus abrir o mar Vermelho para libertá-los do Egito, eles não creram que ele providenciaria água no deserto para suprir as necessidades deles.

Por isso que preocupação é o oposto da fé, e o ato de preocupar-se sugere que Deus não é digno de confiança para cuidar da nossa vida e suprir nossas necessidades (Fp 4.19). A preocupação provoca o medo, que exclui a fé.

Ao associarmos preocupação com descrença, as Escrituras providenciam retorno à fé completa. O caminho que vai da preocupação à fé começa com o reconhecimento do pecado e a confissão de falta de fé (Sl 139.23), continua com a libertação (Sl 34.4J e termina com a segurança de’ que absolutamente nada pode nos separar do amor de Deus, que é o grande EU SOU (Rm 8.35; Ex 3.14-15J.

Não devemos nos preocupar com comida e com roupa porque elas não proporcionam as coisas grandiosas da vida, isto é, agradar a Deus, buscar sua graça e misericórdia, querer passar a eternidade em sua presença. Se vivermos preocupados com essas coisas, deixaremos de ver os grandes propósitos da vida centralizada em Deus. No lugar de ansiedade, devemos oferecer ações de graça livremente, com o coração restabelecido e confiante em Deus (Sl 112.7-8; Fp 4.6-7).

A internet e os filhos

Publicado por Sérgio Leitão em Conselhos, Pais e Filhos, Relacionamento

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Como preservar os filhos dos perigos virtuais sem proibí-los de usufruir de seus benefícios. Informações do mundo todo, em tempo real e 24 horas por dia. Essa é a principal função da internet. Mas apesar de a web oferecer uma gama de benefícios como rápido acesso a informações e pesquisas, nesse ambiente nem sempre a quantidade de informações está relacionada à sua qualidade. Orkut, blogs e MSN são apenas alguns dos múltiplos serviços oferecidos na rede que provocam muita euforia entre adolescentes e crianças e grande preocupação nos pais. Uma pesquisa do Conselho Nacional de Consumo do Reino Unido, realizada com crianças entre nove e treze anos, mostrou que os computadores tiram o tempo em família desses pré-adolescentes e que, devido a isso, eles são mais submetidos a anúncios e ao materialismo.

Uma outra pesquisa realizada no Brasil aponta que só no início deste ano, o país atingiu um número de 32,9 milhões de pessoas na faixa de 16 anos ou mais que têm acesso à internet. O principal motivo de preocupação para os pais é que, hoje, o uso da internet não é passível de controle. E se já é difícil impor limites dentro de casa, a situação torna-se cada vez pior quando sai dos lares e escolas e toma conta de outros ambientes, como por exemplo, cibercafés e lan houses. Esses espaços estão invadindo as cidades e conquistando a atenção dos adolescentes e crianças, que somam o maior número de freqüentadores assíduos desses locais.

Mas, apesar de o quadro ser preocupante, é preciso lembrar que os avanços tecnológicos só tendem a aumentar e os mais jovens serão os principais atores dessa realidade. O fato é que existe uma avalanche de informações na rede e que muitas delas não valem nada, mas por outro lado encontramos as que são realmente úteis. É aí que entra a necessidade de seleção do conteúdo, uma atividade difícil de ser feita pelas crianças e adolescentes, uma vez que são tomados pela euforia de compartilhar informações com outras pessoas que possuem interesses e idéias comuns às suas. Mas se o ambiente da rede é imprevisível, como saber que amigos e influências estão presentes na vida dos filhos?

Segundo a analista de sistemas Nice Figueiredo, a melhor maneira de controlar essa questão é dedicar uma atenção especial aos filhos, o que implica em compartilhar com eles esses amigos virtuais, acompanhar o seu comportamento no dia-a-dia familiar e dar liberdade com confiança, porém sem esquecer que os filhos devem respeito aos pais. Nice conhece bem essa realidade. Ela tem dois filhos, o Vinícius, de 20 anos, e o Bruno, de 22, ambos antenados com a web. A analista afirma que mesmo mantendo todas as suas atividades, ela sempre procurou estar ligada no que os seus filhos estavam fazendo. Existem estratégias que os pais precisam criar para afastar as crianças daquilo que não é bom. “Criar sua própria sala de bate-papo em casa, se importar com o que eles fazem quando estão sozinhos. Isso faz com que eles se sintam responsáveis pelos seus atos”, garante.

No livro de Provérbios 22.6, a Bíblia ensina: “Educa a criança no caminho em que se deve andar e, até quando envelhecer, não se desviará dele”. Muitas vezes, as estratégias e tentativas parecem ser frustradas quando se trata da educação de crianças e adolescentes, mas a Palavra de Deus ensina que a criança deve ser educada para obedecer aos pais. O que acontece atualmente é que com o excesso de atividades e a enxurrada de avanços tecnológicos, muitos pais deixam de repreender os filhos, colocando-os à mercê das informações da mídia, que hoje já é conhecida e utilizada por muitos como uma ‘babá eletrônica’. A publicitária Ingrid Leão conta que, por várias vezes, já foi confrontada pelos filhos João Pedro (16) e Camila (12) sobre assuntos polêmicos que circulam na rede. Para a publicitária, a melhor opção é ter uma conversa franca com os filhos e ensiná-los a respeitar o que a Bíblia diz sobre determinados assuntos.

“Meus filhos sempre tiveram liberdade para assistir a programas de TV, navegar na Internet e conhecer as coisas que as pessoas julgam erradas. Quando o João Pedro teve interesse em saber mais sobre drogas, não me fiz de rogada. Falei sobre o assunto, mostrando que no Brasil é considerado ilegal e que não é bom para a saúde. Quando a Camila quis saber sobre sexo, sentei com ela e expliquei tudo o que achava que sua cabecinha podia absorver. Meus pais me deram uma excelente educação e eu nunca fiz nada escondido, pois o diálogo era constante dentro de nossa casa. Nasci num lar evangélico e nunca me afastei de Jesus para experimentar ‘o mundo’ porque dentro da minha casa recebi todo o aparato necessário para perceber que Jesus é maravilhoso e que as coisas que o mundo oferece são ilusões. Por essa razão, procuro mostrar aos meus filhos aquilo que diz o apóstolo Paulo no livro de 1 Coríntios 10.31: ‘Quer comamos, quer bebamos, façamos tudo para glória de Deus’. É assim que devemos educá-los e ensiná-los. Que nascemos e vivemos para o louvor desse Deus maravilhoso”.

Quando a criança passa a entender o que deve ou não fazer, ela, conseqüentemente, irá selecionar quais sites, portais, salas e chats irá freqüentar. Além desse trabalho de conscientização, também é papel dos pais selecionar que tipo de ambientes o filho deve estar e impor os limites necessários. Nice Figueiredo conta que embora dê liberdade aos seus filhos, como mãe ela precisa estar ciente de tudo o que eles fazem. “Os pais precisam manter o controle; quem dita as regras somos nós e não os filhos e, sem essa de que com isso vamos tirar a liberdade e tudo o mais. Tem de haver regras e, se elas são quebradas, há sempre o velho e útil castigo”.

As regras valem também para serem aplicadas em relação ao tempo gasto no computador. Tudo em excesso é prejudicial, até mesmo informações e entretenimento. Pesquisas mostram que muitas crianças preferem navegar na internet, ocupando a mente com vídeos e games eletrônicos, do que desfrutar do tempo com os pais. O estudo feito pelo Conselho de Consumo do Reino Unido apontou que as crianças que se tornaram materialistas por conta da grande quantidade de tempo gasto na web eram mais prováveis que outras a discutir com sua família, não ligar para a opinião de seus parentes e sofrer de baixa auto-estima.

A psicopedagoga Marlene Souto afirma que teve muitas dificuldades para controlar o tempo gasto pela sua filha na web. “Desde bem pequena a Nathália aprendeu a mexer no computador. Quando entrou na adolescência, ela varava as noites na frente do micro. Não satisfeita, passou a freqüentar lan houses. Percebi que se tratava de uma fase e que ela ia porque as amiguinhas estavam todas lá. Mas, como sei que filho pede limites desde pequeno, procurei contornar a situação mostrando os prós e os contras. Hoje, consigo administrar bem essa questão e ela já não fica tanto tempo navegando na internet”.

Mantendo o controle

As táticas de mercado e campanhas publicitárias estão investindo, cada vez mais e com toda força, em mentes frescas e abertas como as dos jovens. Diante disso, os pais precisam desenvolver um trabalho intenso e eficiente para que seus filhos não se contaminem com a avalanche de informações desnecessárias que recebem. Embora a aplicação de regras e a constante supervisão sejam fatores eficazes no controle do acesso dos filhos a determinados assuntos, existem também estratégias práticas para a obtenção de resultados.

Especialistas da área de informática afirmam que, hoje, já existem vários métodos técnicos que os pais podem utilizar para manter os filhos longe daquilo que é inútil. Serviços de bloqueios de portais e filtros de determinadas informações já podem ser encontrados em alguns sites que se dedicam especificamente à criação de softwares pessoais, que podem controlar o acesso daqueles que tentam burlar as regras. Quando se trata da educação dos filhos, até mesmo as medidas enérgicas são eficazes para a obtenção de resultados. No livro de 1 João 5.19 está escrito: “…O mundo jaz no maligno” e, por isso, a busca dos pais pela orientação de Deus deve ser constante para que seus filhos se mantenham longe das investidas do mal.

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Fonte: Texto de Juliana Miguel, cedido por http://www.elnet.com.br. Publicado no site www.ejesus.com.br .

Respondendo à crítica no casamento

Publicado por Sérgio Leitão em Casamento, Conselhos, Relacionamento

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Certa vez um homem estava procurando algo em cima do armário de sua esposa, quando descobriu uma caixa que ela vinha escondendo ao longo do casamento.  Abriu a caixa, e dentro achou três ovos, junto com trezentos reais.  Achou estranho, e perguntou para sua esposa:

“Querida, por que esta caixa?  Por que você está guardando três ovos aqui?”

Ela respondeu, “Cada vez que eu quis apontar alguma falha sua e você não me deu ouvidos,  eu coloquei um ovo na caixa.”

“Puxa” pensou o marido, contente consigo mesmo, “isso não é tão ruim.  Somente três ovos  em catorze anos de casamento!  Mas de onde vieram os trezentos reais?”

“Bem”, ela respondeu, “cada vez que consegui uma dúzia de ovos, eu os vendi.”

Não é fácil receber críticas.  Estremece nossa segurança, balança nosso bem-estar. Mesmo assim,  a maneira pela qual respondemos à crítica revela muito sobre quem somos–talvez mais do que queremos saber.  Nossa resposta à crítica determina se ficaremos estagnados, parados no tempo, ou se realmente vamos crescer individualmente e em nossos relacionamentos familiares.

Talvez ninguém esteja escondendo ovos de você.  Mas será que você sabe receber críticas, e aproveitá-las para seu bem? Você coloca a crítica a seu serviço, ou se torna escravo dela?  Não é de surpreender o fato de que a Bíblia fala muito sobre este assunto; só o livro de  Provérbios menciona mais de 70 vezes esta marca da pessoa sábia, que sabe ouvir ensino, conselho, repreensão e… crítica!  Destes textos e outros podemos descobrir  três passos que devemos dar quando criticados, que farão nossos lares muito mais tranqüilos e sábios.  

I.  Devemos OUVIR a crítica que recebemos

Não adianta falar sobre qualquer outro passo a dar ou atitude a ter perante a crítica, antes de darmos ouvidos a ela. Muitas pessoas, talvez a maioria, nem chegam a esse primeiro passo. São os “sabe-tudo” que infelizmente precisam “pisar na bola” várias vezes antes de acordar para a realidade.

Provérbios nos aconselha a OUVIR antes de responder à crítica:

“Responder antes de ouvir, é estultícia e vergonha” Provérbios 18:13

Ouvir  caracteriza quem quer crescer e aprender:

“Os ouvidos que atendem à repreensão salutar, no meio dos sábios têm a sua morada.” Provérbios 15:31

“Ouve o conselho, e recebe a instrução, para que sejas sábio nos teus dias por vir” Provérbios 19:20

A crítica melhora nosso caráter, e  nos prepara para enfrentar novos desafios no futuro. Aponta defeitos que podem prejudicar nosso progresso. Aquele que não sabe receber críticas já parou de crescer!

A crítica serve como as placas de advertência no trânsito. O semáforo amarelo nos adverte “Cuidado! Prepare-se para parar!”  Interpretamos “Cuidado! Se não você correr agora, será tarde demais!”  Ignorar as placas de advertência pode ser muito perigoso, especialmente no lar. Nenhum relacionamento fracassa de um dia para outro.  Sempre há luzes vermelhas que começam a piscar, nos advertindo de que algo está errado. Mas muitas vezes passamos correndo, prejudicando relacionamentos e a nós mesmos.

II. Devemos VALORIZAR a crítica que recebemos

Não é fácil, mas precisamos reconhecer que crítica é uma dádiva de Deus.  Mesmo quando a pessoa que nos critica não o faz por amor, a crítica serve para nos tornar mais sábios.  É um presente de Deus! Provérbios deixa este fato claro:

“Leais são as feridas feitas pelo que ama, porém os beijos de quem odeia são enganosos” Provérbios 27.6

 ”Como pendentes e jóias de ouro puro, assim é o sábio repreensor para o ouvido atento” Provérbios 25.12

 ”O que repreende ao homem achará depois mais favor do que aquele que lisonjeia com a língua” Provérbios 28.23

Anos atrás tive o privilégio de viajar para a África, para uma colônia de pessoas leprosas.  Vi os resultados trágicos daquela doença e aprendi a valorizar a dor. A lepra ataca o sistema nervoso, e a pessoa perde sua sensibilidade à dor. Mas ao invés de ser uma bênção (imagine não ter mais dor!), a ausência de dor leva a pessoa a ter feridas graves, perdendo dedos, braços e pernas porque não sente mais aquele alerta de que algo está errado no corpo. O fato é que a crítica dói, e ninguém gosta de dor. Fazemos de tudo para evitá-la. Mas quando fugimos da dor de crítica, corremos grandes riscos de estagnar o desenvolvimento de relacionamentos sadios, especialmente no lar. Precisamos aprender a receber correção, mesmo que doa, como sendo um ato de amor.

III. Devemos RESPONDER POSITIVAMENTE à crítica que recebemos

A última resposta à crítica prova se ainda somos pessoas moldáveis ou se já estamos “petrificadas”. Chegamos ao momento da decisão.  O que faremos com a crítica que recebemos? Mais uma vez, Provérbios oferece conselho sadio:

“O que encobre as suas transgressões, jamais prosperará, mas o que as confessa e deixa, alcançará misericórdia” Provérbios 28.13

 ”Os ouvidos que atendem à repreensão salutar, no meio dos sábios têm a sua morada.” Provérbios 15.31

Tiago acrescenta: “Tornai-vos, pois, praticantes da palavra, e não somente ouvintes, enganando-vos a vós mesmos.” Que pena olhar no espelho da Palavra (ou da crítica), ver quem somos, e depois virar as costas dizendo “Sou assim mesmo. E daí?” A crítica é uma marca do amor de Deus em nossa vida! Precisamos andar seguros de quem nós somos em Cristo (Ef 1-3). Assim, descansaremos na soberania de Deus que nos proporciona a crítica para nos manter humildes e ensináveis, pessoas que continuam crescendo na Sua graça.

Quem não vive pela graça de Deus mas, sim, pelo desempenho, está condenada a uma vida de comparação com os outros, ira, desânimo, mentira e fuga. Terá que usar máscaras para fingir ser o que não é.  Essa vida hipócrita não é a vida de quebrantamento e humildade constante que o Senhor Jesus requer (Mt 11.28-30). Para realmente crescermos em sabedoria, precisamos recebê-la com um espírito de humildade e gratidão, com dependência total na graça de Deus revelada no perdão de Cristo.  Ele sabe que somos pó, e quer transformar esse pó em diamante. Além disso, é a melhor maneira de não acumular uma caixa de ovos em cima do seu armário!

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Fonte: Texto de Pr. David J. Merkh e publicado no site www.estudosgospel.com.br.